10 maio 2014

Bem Brasil

O texto que está logo abaixo é verídico. Foi divulgado pelo Clube de
Dirigentes Lojistas de Carazinho, lá no Rio Grande do Sul. Trata-se de
uma carta escrita por um devedor gaúcho para uma loja onde ele devia
umas prestações.
Prezados Senhores
Esta é a oitava carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas
Senhorias.
Sei que não estou em dia com meus pagamentos. Acontece que eu estou
devendo também em outras lojas e todas esperam que eu lhes pague.
Contudo, meus rendimentos mensais só permitem que eu pague duas
prestações no fim de cada mês. As outras ficam para o mês seguinte.
Estou ciente de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagar esta
ou aquela empresa em detrimento das demais.
Não!!!
Todo mês recebo meu salário, escrevo o nome dos meus credores em
pequenos pedaços de papel, que enrolo e coloco dentro de uma caixinha.
Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os dois
"sortudos" que irão receber o meu rico dinheirinho.
Os outros, paciência. Ficam para o mês seguinte.
Afirmo aos senhores, com toda certeza, que sua empresa vem constando
todos os meses da minha caixinha.
Se não os paguei ainda, é porque os senhores estão com pouca sorte.
Finalmente, lhes faço uma advertência:
Se os senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de
cobrança ameaçadoras e insolentes, como a última que recebi, serei
obrigado a excluir o nome de Vossa Senhoria dos meus sorteios mensais.
E ponto final, colocou o gaúcho que, além de tudo, escreve com um
português de primeira.


Não tenho nada que ver com as dívidas desse brasileiro. Mas, diante de
tamanha criatividade, se fosse eu seu credor, perdoava. E ainda
convidava para um chimarrão amigo.

Esse ilustre desconhecido, devedor como muitos de nós, é o retrato do
Brasil de hoje. Deveria servir de exemplo para os nossos políticos. O
mal do brasileiro é querer resolver tudo de uma vez. E não dá. A gente
sabe que não dá. Tem que sortear as prioridades.

A presidente deveria colocar tudo numa caixinha. Uns papeizinhos. Todo
mês ia lá e sorteava um tema. Deu Saúde no primeiro sorteio. Pronto, o
Brasil todo, durante um certo período iria se preocupar com a saúde. Até
acertar de uma vez com o problema. Depois sorteava mais um papelzinho,
Educação. Todos os recursos para a Educação. Nada de dar um pouquinho em
cada orçamento para tudo.

Mas, ia dar problema. Pensando bem, ia dar problema. Já iriam fazer uma comissão
mista para definir o tamanho do papelzinho. Ia ter concurso para saber
quem ia escrever neles. Fiscais da Caixa Econômica de olho. Briga
entre a Globo e a Band para definir quem ia dar ao vivo o sorteio.
Concurso para as meninas gostosas que iam ficar do lado, as papeletes.
É, logo a coisa iria se transformar num consórcio. Ministérios dando lance
por fora, conchavos de última hora, o meu pedaço de papel era mais leve
que o seu. A dobrinha daquele estava diferente.
Loterias paralelas surgiriam: qual vai ser o papelzinho do mês? Gente
jogando na trinca, com prêmio acumulado para quem acertar três
papeizinhos em seguida, como no jóquei.
Os papeizinhos não sorteados num mês seriam incinerados ou valeriam para
o próximo? E a caixinha? De acrílico ou de sapato mesmo? Lacrada?
Caixa-preta?

Acho que não ia dar muito certo. Mas que fique apenas a dica gaúcha para
o futuro Presidente e os futuros Governadores. Não tentem fazer tudo de uma vez. Façam só uma coisa
por vez, mas bem!
Mesmo porque não temos dinheiro. Nem o senhor de Carazinho, nem eu, nem
você e muito menos o nosso País.
Gastamos tudo com a Copa.
Vamos com calma, antes que alguém sorteie de vez o Brasil inteiro. E tem
muita gente de olho na nossa caixinha e nos nossos papeizinhos.
E vamos ter a CPI do Papelzinho.
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14 abril 2014

Manteiga ou Margarina?

Coisas que alguém nos devia dizer!...

A margarina foi originalmente fabricada para engordar perús.
Mas quando os perus começaram a morrer por causa dela, as pessoas que tinham investido na sua pesquisa começaram a procurar uma utilização alternativa que lhes
permitisse,
no minimo, recuperar o investimento.
Foi nessa altura que alguém se lembrou de juntar um corante amarelo aquela que era até aí uma substância branca, tornando-a mais  apetecível para consumo humano
e apresentá-la no mercado como um substituto da manteiga.
Mas será que você sabe qual é realmente a diferença entre a margarina  e a manteiga?
Vejamos:
- Ambos têm a mesma quantidade de calorias.
- A manteiga tem um pouco mais de gorduras saturadas (8 gramas contra 5 gramas da margarina).
- De acordo com um estudo da Harvard Medical, comer margarina pode aumentar em 53% as doenças cardíacas em mulheres, relativamente aquelas que comem a mesma quantidade
de manteiga.
A manteiga:
- aumenta a absorção de nutrientes presentes em outros alimentos.
- traz mais benefícios nutricionais do que a margarina (e os que a
margarina tem foram adicionados artificialmente!)
- é mais saborosa que a margarina e pode melhorar o sabor de outros alimentos.
- existe há séculos e a margarina há menos de 100 anos.
A margarina:
- Triplica risco de doença cardíaca coronária ...
- Aumenta o colesterol total e o LDL (este é o colesterol ruim) e
diminui o colesterol HDL (o colesterol bom)
- Aumenta o risco de cancer em 500%.
- Reduz a qualidade do leite materno.
- Diminui a resposta imunológica.
- Diminui a resposta à insulina.
E, finalmente, a parte mais interessante e perturbadora:
A margarina está a uma molécula de ser.. plástico. E possui 27
ingredientes que existem na... tinta de pintar!

Bem, se você ainda não está convencido faça a seguinte experiência:
Abra uma embalagem de margarina e deixe-a aberta num local à sombra durante alguns dias. Vai poder constatar algumas coisas muito interessantes:
1º Não há moscas! (isso deve querer dizer alguma coisa!!!)
2º A margarina não mostra sinais de apodrecimento, decomposição ou alteração no cheiro.
3º Não tem bolor. Nada se desenvolve ou cresce nela.
4º As formigas não se interessam nem em passar perto dela.
Ou seja, nem as moscas nem as formigas, nem os menores microrganismos se interessam por aquilo. Não há ali nada de bom.
Por quê?
Bom porque a margarina é quase plástico.
A questão agora é a seguinte:
- Será que você vai continuar a lambusar as suas torradas com plástico derretido?
Se sim, lembre-se que quando acabar a margarina, pode obter praticamente o mesmo
efeito derretendo um Tupperware... e até tem mais cores à sua escolha !
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Imprescindíveis

"Os Imprescindíveis"

Há homens que lutam por um dia e são bons.
Há outros que lutam por um ano e são melhores.
Há outros, ainda, que lutam por muitos anos e são muito bons.
Há, porém, os que lutam por toda a vida, Estes são os imprescindíveis.
Bertolt Brecht
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09 abril 2014

Cereja ou Chuchu?

Você provavelmente já brigou para roubar chuchu da cobertura do bolo.
Embora a maioria dos vidrinhos de cereja ao marasquino tenham a fruta de
verdade, muitas padarias e confeitarias recorrem à réplica bastarda para
driblar a sazonalidade e o preço da legítima. "Além da textura adequada,
o chuchu não tem personalidade: o sabor que você der ele aceita", diz
Sueli Saraiva, culinarista considerada especialista no truque.
Como saber se você comprou chuchu a preço de cereja?
O INMETRO informou que o alimento nunca foi testado. A ANVISA só examina
alimentos que representem risco alimentar, suspeitos de causar
intoxicação ou que contenham algum ingrediente nocivo não especificado
na embalagem.
Não é o caso da chuchureja.
No entanto, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do
Ministério da Justiça, explica que vender um produto informando outra
coisa é crime. Substituir chuchu por cereja pode dar até um ano de
detenção e multa de R$ 3 milhões, se a lei for cumprida. Cheque os
ingredientes no rótulo, mas, se você desconfiar, veja se a suposta
cereja tem caroço. Se for do tipo desencaroçada, cheque se as bolinhas
têm a concavidade em que antes ficava o caroço. Ou então se delicie com
seu pote de chuchurejas.
De sapo a princesa
(Como travestir o chuchu para a festa de aniversário)
1. Cozinhe o chuchu até ficar al dente. Em seguida retire bolinhas do legume com um instrumento chamado "boleador".
2. Jogue as bolas em água com cal virgem culinário, que deixa a comida firme por fora e macia por dentro. Desligue ao ferver e espere 3 horas.
3. Despeje as bolinhas em calda quente de groselha. Deixe no fogo brando. Quando descerem, apague o fogo e retire-as da calda.
4. Jogue um copo de açúcar na calda e ferva-a. Despeje as bolinhas e apague o fogo. Quando a calda esfriar, acrescente licor marasquino.
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