28 janeiro 2010

Aquecimento global, mito ou verdade?

Cientista diz que aquecimento é farsa

Estudioso afirma que próximos 20 anos serão de resfriamento do planeta.
O aquecimento global não passa de uma farsa montada por grandes grupos
financeiros que dominam a economia mundial. E mais: não há indícios
científicos que comprovem essa teoria. Ao invés de aquecimento, o
planeta começou a entrar numa fase de resfriamento, que deve durar 20
anos. Essas polêmicas idéias são defendidas pelo doutor em Meteorologia
pela Universidade de Wisconsin (EUA), o brasileiro Luiz Carlos Baldicero
Molion, representante da América Latina junto à Organização
Meteorológica Mundial.
Molion não teme represálias por defender uma idéia que garante ser
produto de profundos estudos e afirma que os alarmistas de plantão
montaram uma fraude científica cujo objetivo principal seria eleger o
ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para a presidência dos
Estados Unidos. Gore ganhou recentemente o Prêmio Nobel da Paz por sua
luta contra o aquecimento global.
Para o brasileiro, o aquecimento global acabou em 1998. O termômetro da
temperatura global é o oceano Pacífico, que ocupa 35% da superfície
terrestre. Ele passa 30 anos aquecendo suas águas e outros 30,
resfriando. De 1977 a 1998, o oceano esteve mais quente. Esse período
coincide com o aumento da temperatura média do planeta. Mas, desde 1999,
o Pacífico dá sinais de que está esfriando. Como o sol também vai
produzir menos energia, a conclusão de Molion é uma só:
"Nos próximos 20 anos acontecerá o período de resfriamento da Terra".
A prova de que esse resfriamento já está chegando, conforme o
pesquisador, foi que no sul do Brasil e da América do Sul, o inverno foi
extremamente rigoroso entre os meses de julho e agosto passado.
Em relação ao consumo de petróleo e à queima de combustíveis fósseis no
ar, o Brasil é o 16º colocado, porque grande parte do nosso consumo de
energia sai de hidrelétricas. Mas, se o país adicionar a isso a queima
de florestas saltamos para o quarto lugar. Entretanto, segundo Molion,
mesmo com a destruição de 20 mil quilômetros quadrados por ano de
florestas na Amazônia, cerca de dois milhões de hectares, ainda assim a
região lança na atmosfera 300 milhões de toneladas de gás carbônico, e
não 600 milhões como afirmam entidades internacionais.
"Estou comparando o que o homem lança na atmosfera com o que produzem os ciclos da natureza.
Se eu pegar os oceanos, os pólos e mais a vegetação do
planeta, isto soma um total de 200 bilhões de toneladas de carbono por
ano que saem desses reservatórios naturais. O homem coloca no ar seis
bilhões de toneladas. Seriam 3% da contribuição humana nisso que muitos
cientistas chamam de aquecimento global "avalia.
Abaixo, a entrevista do Professor Molion à "ISTO É":
"Aquecimento Global é só terrorismo climático"
Pesquisador diz que tendência dos próximos anos é o esfriamento da Terra
e que efeito estufa é tese manipulada pelos países ricos.
..o que se percebe é que há um aumento da temperatura primeiro e,
depois, a concentração de gás carbônico vai atrás...
Por Rodrigo Rangel
O professor Luiz Carlos Molion é daqueles cientistas que não temem nadar
contra a corrente.
Na Rio 92 (ou Eco 92), quando o planeta discutia o aumento do buraco na
camada de ozônio, ele defendeu que não havia motivo para tamanha
preocupação.
Numa conferência, peitou o badalado mexicano Mario Molina, mais tarde
Nobel de Química, um dos primeiros a fazer o alerta.
Agora, a guerra acadêmica de Molion tem outro nome: aquecimento global.
Pós-doutor em meteorologia formado na Inglaterra e nos Estados Unidos,
membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim e representante da
América Latina na Organização Meteorológica Mundial, esse paulista de 61
anos defende com veemência a tese de que a temperatura do planeta não
está subindo e que a ação do homem, com a emissão crescente de gás
carbônico (CO2) e outros poluentes, nada tem a ver com o propalado
aquecimento global.
Boa notícia?
Nem tanto, diz. Molion sustenta que está em marcha um processo de
resfriamento do planeta.
"Estamos entrando numa nova era glacial, o que para o Brasil poderá ser
pior", pontifica.
Para Molion, por trás da propagação catastrófica do aquecimento global
há um movimento dos países ricos para frear o desenvolvimento dos
emergentes.
O professor ainda faz uma reclamação: diz que cientistas contrários à
tese estão escanteados pelas fontes de financiamento de pesquisa.
ISTOÉ - Com base em que o sr. diz que não há aquecimento global?
Molion - É difícil dizer que o aquecimento é global.
O Hemisfério Sul é diferente do Hemisfério Norte, e a partir disso é
complicado pegar uma temperatura e falar em temperatura média global.
Os dados dos 44 Estados contíguos dos EUA, que têm uma rede de medição
bem mantida, mostram que nas décadas de 30 e 40 as temperaturas foram
mais elevadas que agora.
A maior divergência está no fato de quererem imputar esse aquecimento às
atividades humanas, particularmente à queima de combustíveis fósseis,
como petróleo e carvão, e à agricultura, atrás da agropecuária, que
libera metano.
Quando a gente olha a série temporal de 150 anos usada pelos defensores
da tese do aquecimento, vê claramente que houve um período, entre 1925 e
1946, em que a temperatura média global sofreu um aumento de cerca de
0,4 grau centígrado.
Aí a pergunta é: esse aquecimento foi devido ao CO2?
Como, se nessa época o homem liberava para a atmosfera menos de 10% do
que libera hoje? Depois, no pós-guerra, quando a atividade industrial
aumentou, e o consumo de petróleo também, houve uma queda nas
temperaturas.
ISTOÉ - Qual seria a origem das variações de temperatura?
Molion - Há dez anos, descobriu-se que o Oceano Pacífico tem um modo
muito singular na variação da sua temperatura.
Me parece lógico que o Pacífico interfira no clima global.
Primeiro, a atmosfera terrestre é aquecida por debaixo, ou seja, temos
temperaturas mais altas aqui na superfície e à medida que você sobe a
temperatura vai caindo - na altura em que voa um jato comercial, por
exemplo, a temperatura externa chega a 45 ou 50 graus abaixo de zero.
Ora, o Pacífico ocupa um terço da superfície terrestre. Juntando isso
tudo, claro está que, se houver uma variação na temperatura da
superfície do Pacífico, vai afetar o clima.
ISTOÉ - O IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, da
ONU) está errado?
Molion - O painel não leva em consideração todos os dados.
Outra coisa que incomoda bastante, e que o Al Gore [ex vice- presidente
dos EUA e estrela do documentário Uma verdade inconveniente, sobre
mudanças no clima] usa muito, é a concentração de CO2.
O IPCC diz claramente que a concentração atingida em 2005, de 339 partes
por milhão, ou ppm, foi a maior dos últimos 650 mil anos. Isso é uma
coisa ridícula.
Eles usam uma série iniciada em 1957 e não fazem menção a medições de
concentração de gás carbônico anteriores.
É como se nunca ninguém tivesse se preocupado com isso.
O aumento de CO2 não é um fenômeno novo. Nos últimos 150 anos, já chegou
a 550, 600 ppm.
Como é que se jogam fora essas medidas?
Só porque não interessam ao argumento?
O leigo, quando vê a coisa da maneira que é apresentada, pensa que só
começaram a medir nos últimos 50 anos.
O Al Gore usou no filme a curva do CO2 lá embaixo há 650 mil anos e,
agora, decolando.
Ridículo, palhaço.
ISTOÉ - Esses temores são cíclicos?
Molion - Eu tenho fotos da capa da Time em 1945 que dizia:
"O mundo está fervendo."
Depois, em 1947, as manchetes diziam que estávamos indo para uma nova
era glacial.
Agora, de novo se fala em aquecimento.
Não é que os eventos sejam cíclicos, porque existem muitos fatores que
interferem no clima global.
Sem exagero, eu digo que o clima da Terra é resultante de tudo o que
ocorre no universo.
Se a poeira de uma supernova que explodiu há 15 milhões de anos for
densa e passar entre o Sol e a Terra, vai reduzir a entrada de radiação
solar no sistema e mudar o clima.
Esse ciclo de aquecimento muito provavelmente já terminou em 1998.
Existem evidências, por medidas feitas via satélite e por cruzeiros de
navio, de que o oceano Pacífico está se aquecendo fora dos trópicos
- daí o derretimento das geleiras
- e o Pacífico tropical está esfriando, o que significa que estamos
entrando numa nova fase fria.
Quando esfria é pior para nós.
ISTOÉ - Por que é pior?
Molion - Porque quando a atmosfera fica fria ela tem menor capacidade de
reter umidade e aí chove menos.
Eu gostaria que aquecesse realmente porque, durante o período quente, os
totais pluviométricos foram maiores, enquanto de 1946 a 1976 a chuva no
Brasil como um todo ficou reduzida.
O aumento de CO2 não é novo. Nos últimos 150 anos, já atingiu 600 ppm.
Mas o Al Gore usou a curva do CO2 de 650 mil anos atrás
ISTOÉ - No que isso pode interferir na vida do brasileiro?
Molion - As conseqüências para o Brasil são drásticas.
O Sul e o Sudeste devem sofrer uma redução de chuvas da ordem de 10% a
20%, dependendo da região.
Mas vai ter invernos em que a freqüência de massas de ar polar vai ser
maior, provocando uma freqüência maior de geadas.
A Amazônia vai ter uma redução de chuvas e, principalmente, a Amazônia
oriental e o sul da Amazônia vão ter uma freqüência maior de seca, como
foi a de 2005.
O Nordeste vai sofrer redução de chuva.
O que mais me preocupa é que, do ponto de vista da agricultura, as
regiões sul do Maranhão, leste e sudeste do Pará, Tocantins e Piauí são
as que apresentam sinais mais fortes.
Essas regiões preocupam porque são a fronteira de expansão da soja
brasileira.
A precipitação vai reduzir e certamente vai haver redução de
produtividade. Infelizmente, para o Brasil é pior do que seria se
houvesse o aquecimento.
ISTOÉ - A quem interessaria o discurso do "aquecimento"?
Molion - Quando eu digo que muito provavelmente estamos num processo de
resfriamento, eu faço por meio de dados.
O IPCC, o nome já diz, é constituído de pessoas que são designadas por
seus governos.
Os representantes do G-7 não vão aleatoriamente.
Vão defender os interesses de seus governos.
No momento em que começa uma pressão desse tipo, eu digo que já vi esse
filme antes, na época do discurso da destruição da camada de ozônio
pelos CFCs, os compostos de clorofluorcarbonos.
Os CFCs tinham perdido o direito de patente e haviam se tornado domínio
público.
Aí inventaram a história de que esses compostos estavam destruindo a
camada de ozônio.
Começou exatamente com a mesma fórmula de agora.
Em 1987, sob liderança da Margaret Thatcher, fizeram uma reunião em
Montreal de onde saiu um protocolo que obrigava os países
subdesenvolvidos a eliminar os CFCs.
O Brasil assinou.
Depois, ficamos sabendo que assinou porque foi uma das condições
impostas pelo FMI para renovar a dívida externa brasileira.
É claro que o interesse por trás disso certamente não é
conservacionista.
ISTOÉ - Mas reduzir a emissão de CFCs não foi uma medida importante?
Molion - O Al Gore no filme dele diz "nós resolvemos um problema muito
crucial que foi a destruição da camada de ozônio".
Como resolveram, se cientistas da época diziam que a camada de ozônio só
se recuperaria depois de 2100?
Na Eco 92, eu disse que se tratava de uma atitude neocolonialista.
No colonialismo tradicional se colocam tropas para manter a ordem e o
domínio.
No neocolonialismo a dominação é pela tecnologia, pela economia e,
agora, por um terrorismo climático como é esse aquecimento global.
O fato é que agora a indústria, que está na Inglaterra, França,
Alemanha, no Canadá, nos Estados Unidos, tem gases substitutos e cobra
royalties de propriedade.
E ninguém fala mais em problema na camada de ozônio, sendo que, na
realidade, a previsão é de que agora em outubro o buraco será um dos
maiores da história.
ISTOÉ - O sr. também vê interesses econômicos por trás do diagnóstico do
aquecimento global?
Molion - É provável que existam interesses econômicos por detrás disso,
uma vez que os países que dominam o IPCC são os mesmos países que já
saíram beneficiados lá atrás.
ISTOÉ - Não é teoria conspiratória concluir que há uma tentativa de
frear o desenvolvimento dos países emergentes?
Molion - O que eu sei é que não há bases sólidas para afirmar que o
homem seja responsável por esse aquecimento que, na minha opinião, já
acabou.
Em 1798, Thomas Malthus, inglês, defendeu que a população dos países
pobres, à medida que crescesse, iria querer um nível de desenvolvimento
humano mais adequado e iria concorrer pelos recursos naturais
existentes.
É possível que a velha teoria malthusiana esteja sendo ressuscitada e
sendo imposta através do aquecimento global, porque agora querem que nós
reduzamos o nosso consumo de petróleo, enquanto a sociedade americana,
sozinha, consome um terço do que é produzido no mundo.
ISTOÉ - Para aceitar a tese do sr., é preciso admitir que há
desonestidade dos cientistas que chancelam o diagnóstico do aquecimento
global...
Molion - Eu digo que cientistas são honestos, mas hoje tem muito mais
dinheiro nas pesquisas sobre clima para quem é favorável ao aquecimento
global.
Dinheiro que vem dos governos, que arrecadam impostos das indústrias que
têm interesse no assunto.
Muitos cientistas se prostituem, se vendem para ter os seus projetos
aprovados.
Dançam a mesma música que o IPCC toca.
ISTOÉ - O sr. se considera prejudicado por defender a linha oposta?
Molion - Na Eco 92, eu debati com o Mario Molina, que foi quem criou a
hipótese de que os clorofluorcarbonos estariam destruindo o ozônio.
Ele, em 1995, virou prêmio Nobel de Química.
E o professor Molion ficou na geladeira.
De 1992 a 1997 eu não fui mais convidado para nenhum evento
internacional.
Eu tinha US$ 50 mil que o Programa das Nações Unidas havia repassado
para fazer uma pesquisa na Amazônia e esse dinheiro foi cancelado.
Em 1987, sob Thatcher, países subdesenvolvidos foram obrigados a
eliminar os CFCs. Foi uma das condições impostas pelo FMI
ISTOÉ - O cenário que o sr. traça inclui ou exclui o temor de cidades
litorâneas serem tomadas pelo aumento do nível dos oceanos?
Molion - Também nesse aspecto, o que o IPCC diz não é verdade.
É possível que, com o novo ciclo de resfriamento, o gelo da Groenlândia
possa aumentar e pode ser até que haja uma ligeira diminuição do nível
do mar.
ISTOÉ - Pela sua tese, seria o começo de uma nova era glacial?
Molion - Como já faz 15 mil anos que a última Era Glacial terminou, e os
períodos interglaciais normalmente são de 12 mil anos, é provável que
nós já estejamos dentro de uma nova era glacial.
Obviamente a temperatura não cai linearmente, mas a tendência de longo
prazo certamente é decrescer, o que é mau para o homem.
Eu gostaria muito que houvesse realmente um aquecimento global, mas na
realidade os dados nos mostram que, infelizmente, estamos caminhando
para um resfriamento.
Mas não precisa perder o sono, porque vai demorar uns 100 mil anos para
chegar à temperatura mínima.
E quem sabe, até lá, a gente não encontre as soluções para a humanidade.
Pesquisadores e representantes da Agência Nacional de Águas (ANA)
estiveram reunidos recentemente para debater mudanças climáticas e
impactos sobre os recursos hídricos do Brasil. Entre eles, uma voz
dissonante afirmava que a Terra não está esquentando, que o gás
carbônico não aquece o planeta e que o homem não é o principal
responsável pela emissão de gases poluentes, contrariando as principais
conclusões do quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças
Climáticas (IPCC, em inglês), divulgado ano passado.
Professor da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Molion é dono de um
currículo que inclui formação em física pela Universidade de São Paulo
(USP), doutorado em meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA) e
pós-doutorado em Hidrologia de Florestas pelo Instituto de Hidrologia
(Inglaterra), além de uma passagem de 25 anos pelo Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (Inpe), onde foi diretor. Mas isso não intimida
outros especialistas ouvidos pela Agência Brasil, que discordam
firmemente de suas contestações.
Sobre a temperatura, Molion alega que o planeta passa por fases
alternantes provocadas por fenômenos naturais: aquecimento entre 1925 e
1946, resfriamento entre 1947 e 1976, novo aquecimento de 1977 a 1998 e,
no momento, um resfriamento que ainda não terminou. "Minha previsão é de
que nesses próximos 15 anos vai haver um resfriamento, porque o Sol está
entrando em um período de menor produção de energia". Para ele, o
planeta deve esfriar em torno de 0,1 a 0,2 graus em média.
O pesquisador aponta que a superfície terrestre passa atualmente por um
período interglacial - entre dois períodos em que fica coberta de gelo.
Lembra que houve quatro períodos anteriores como esse e as temperaturas
eram mais elevadas com níveis de gás carbônico menores. "Isso é sinal de
que o gás carbônico não é responsável pelo aumento de temperatura. Muito
pelo contrário: o que se percebe é que há um aumento da temperatura
primeiro e, depois, a concentração de gás carbônico vai atrás".
Molion defende ainda que a quantidade de gás carbônico emitida pelo
homem é três vezes menor que a de fluxos naturais da fotossíntese em
florestas, oceanos e solos.
O IPCC divulgou relatórios este ano que revelam que a maior parte do
aquecimento dos últimos 50 anos se deve aos gases de efeito estufa
produzidos por atividades humanas, já que as emissões aumentaram 70%
entre 1970 e 2004. Os estudos apontam que 49 bilhões de toneladas de gás
carbônico são despejadas na atmosfera por ano.
Os pesquisadores Carlos Nobre e Thelma Krug, ambos membros do Inpe e do
IPCC, ficaram inconformados ao ouvir as opiniões de Molion e disseram
que não há como contestar a seriedade das conclusões do estudo.
Ela, que é secretária nacional de Mudanças Climáticas e Qualidade
Ambiental e doutora pela University of Sheffield (Inglaterra), diz ter
conhecimento suficiente para afirmar que qualquer questionamento é
"infundado".
Nobre, que fez doutorado no Massachussets Institute of Technology (EUA)
e pós-doutorado em Maryland (EUA), comentou que o professor não está
mais na ativa. No currículo lattes de Molion, consta a publicação de
três artigos em periódicos no ano passado e nenhum neste ano; nenhum
texto em jornal ou revista desde 2003; e dois trabalhos completos em
anais de congressos neste ano.
O relatório do IPCC aponta que a Terra vai se tornar mais quente até o
ano de 2100, o que significa aumento do nível do mar e catástrofes
naturais mais intensas. Pelas projeções dos 2.500 cientistas que
participaram do estudo, o aumento será de 1,8 a 4 graus. Apesar de os
índices de gases de efeito estufa e aerosóis terem se mantido estáveis
nos últimos anos, a concentração desses gases deve causar aquecimento de
0,1 grau por década nos próximos 20 anos. Nos países do Hemisfério
Norte, o aquecimento será mais intenso. As principais causas são as
emissões e o aumento da concentração de gases poluentes, principalmente
por causa do uso de combustíveis fósseis, como o petróleo.
"Nós devemos ser a mudança que queremos ver no Mundo."

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