07 abril 2010

Novo caminho

Olá, paz seja contigo!

Esta é uma informação que, julgo, devo a você, leitor do "Blog" Mel e
Gafanhotos.
Em primeiro lugar quero agradecer a Deus por esse espaço onde posso me
encontrar com você.
Agora quero te agradecer por toda a atenção que você tem dado ao "Mel."
Doravante esse "Blog" adotará um posicionamento diferente do que vem
sendo exibido até o momento. Tenho, ao longo desse primeiro ano, pautado
as postagens dentro da linha de pensamento da igreja Cristã Evangélica,
mas louvo a Deus por me ter dado o discernimento e a capacidade de
mudar, não me acomodando às doutrinas de Balaão ou dos Nicolaítas.
E por que mudar?
Ultimamente, tenho observado que a igreja se distanciou
radicalmente daquilo que foi ensinado pelo Senhor Jesus, ou seja, o amor
pelas vidas.
O que tenho visto hoje é uma igreja tribunal que apresenta um Deus
rancoroso e vingador para encobrir as suas mazelas de fôro intimo e
assim manter uma falsa aparência de moralidade, ou, em outros casos uma igreja que mais parece
um super-mercado da fé, onde se vende desde a terra onde Jesus pisou até o
sangue de Jesus engarrafado, ou ainda uma igreja onde a Palavra de Deus
deu lugar às "estrelas" do show "Gospel e, como se não bastasse, tome correntes disso e daquilo,
semana da prosperidade, ano de Gideão, unção de Salomão, manto de luz,
lenço ungido e etc...
Na grande maioria delas, "Amar a Deus... e ao próximo..." foi substituído por "Trazei todos
os dízimos à Casa do Tesouro(?)"
E, juntando todas elas, sinceramente,
acho que nem a igreja romana nos tempos da inquisição foi
tão abominavel."
Esqueceram-se dos exemplos de Jesus, que viveu no meio dos excluídos,
comeu com os repudiados, acolheu prostitutas, enfim, amou acima de tudo.
Mas quem pode agüentar o escândalo de Amor que se percebe nos
encontros humanos com um Salvador que justifica ímpios, embora não
recompense hipócritas???
Essa igreja não tem a "cara" de Jesus, aliás, não poderia ter mesmo,
afinal Ele não criou igreja alguma.
Essa igreja é excludente e preconceituosa.
Duvida?
Será que Davi, o assassino, o adúltero, chefe de uma familia
desajustada, onde um filho matou o próprio irmão,
onde o próprio filho "transou" com suas mulheres em seu quintal, tomaria a
Santa Ceia na sua igreja? Será que ele seria presbítero ou diácono?
Líder de grupo familiar? Ou, ao menos, faxineiro da igreja?
Claro que não!
E, no entanto, ele foi chamado "o homem segundo o coração de Deus."
Sei que Davi e tantos outros se arrependeram.
A questão é: Como se arrependeram? Qual a jornada rumo ao arrependimento
empreendida por publicanos, meretrizes e pecadores que se aproximaram
de Deus?
Faça um exercício de mínima acuidade textual... Volta lá e procura uma
única narrativa na qual eles se arrependeram antes de terem sido amados,
antes de terem sido alvejados pelo Amor Incondicional do Deus Encarnado,
antes de terem sido por Ele acolhidos, reconciliados, chamados e
servidos!
Sim, mostra um único texto onde Ele não nos amou primeiro!
Mostra um!
"Eu não me arrependo para ser perdoado, eu me arrependo porque fui
perdoado!" O arrependimento só se faz possível porque há perdão
disponível!
Mas as igrejas não querem esse tipo de gente em seus bancos.
Ainda há tempo para que
as igrejas voltem a pregar o Evangelho, o verdadeiro, aquele que ensina
por exemplo que "Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não; pois o que
passa daí, vem do Maligno."
Aquele que diz que " e ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica,
larga-lhe também a capa."
E, ainda, que "se qualquer te obrigar a caminhar mil passos, vai com ele
dois mil," ou "dá a quem te pedir, e não voltes as costas ao que quiser que
lhe emprestes."
aquele que ensina que os irmãos devem compartilhar o pão.
Quem, em "sã" consciência religiosa, pode suportar tais "heresias" sem,
do alto de sua "santidade", "determinar a vitória ou "botar Deus no canto da parede"?
É por isso que as próximas manifestações do Amor de Deus na Terra serão
estranhas à igreja que O representa! O Evangelho crescerá à margem
porque a igreja provou-se excessivamente "justa": Quando chama, ameaça;
quando recebe, segrega; quando converte, clona; e quando santifica,
infla o indivíduo de si próprio! Daí fazerem de tudo para conquistar um
novo convertido e o tornarem duas vezes mais merecedor do inferno, pois agora
ao pecado comportamental juntou-se o cinismo e a hipocrisia religiosa!
Dessa forma, percebo com pesar que aqueles que mandam descer fogo do céu
sobre os "pecadores" (como se não fossemos todos) não sabem de que espírito são!
O Filho do Homem veio salvar, ainda . Veio buscar a mim e a eles, visto
sermos todos iguais. Os segredos dos corações dos homens ainda não foram
revelados e a História ainda não acabou; contudo a "igreja" impôs-se a
incumbência de passar o restante dela julgando preventivamente, querendo
administrar o caos, nominar-se trigo, classificar o joio, organizar a
Queda.
Mas Deus não precisa da igreja. Aleluia! Deus não é doido!
Porém, apesar da igreja, zaqueus, levis, madalenas,
pedros, ladrões e até nicodemos da vida são atraídos pelo Perdão que dá
herança nos Céus e não pela ameaça do fogo do Inferno.
E se eu e você quisermos participar desse derramamento do Espírito sobre
toda carne, é melhor mudar o coração; e ao contrário de sair em defesa
de Deus por que não sair às ruas com Deus?
Proponho o fim de toda bandeira cristã! Alguém já disse que aqueles que
estão crucificados não têm mãos disponíveis para levantar bandeiras!
Não temos bandeiras a não ser o Evangelho!
Nossa bandeira é a Reconciliação. Esse é nosso ministério.
Quem entendeu, entendeu; quem não entendeu, distorça tudo!
Sugiro mudar a pauta, então. Mudar o tom. Mudar o discurso. Abaixar as
mãos. Todos fomos flagrados em falta!
Sugiro, então, o abraço ao diferente, a amor ao "torto", o acolhimento
do equivocado, vivermos definitivamente a Graça, abandonando o
legalismo hipócrita que impõe algumas leis e não cumpre todas, vamos
retirar as placas das frentes das igrejas e pregarmos o Evangelho
genuíno sem os títulos pomposos que inflamam as vaidades de tantos
líderes. Não precisamos de líderes, já temos a Jesus, precisamos, sim,
de homens e mulheres comprometidos com a Graça maravilhosa do Evangelho.
A continuar como está, nem a gente se agüenta mais... Vamos virar a página!
Sugiro que os mais des-graçados sejam os mais abraçados!
Sugiro que larguemos as pedras da intolerância e a linguagem da ufania!
Sugiro que os pitbulls da severidade abandonem arena...
Sugiro que se volte a dar mais importância ao "ser" do que ao "ter."
Sugiro que ao corpo se dê um pouco mais de alma! Sugiro a Calma.
Sugiro o final do juízo até que ele comece.
Suplico que os discípulos de Jesus sigam somente Jesus!
E amem o mundo até o limite do insuportável!
E amem o mundo até o mundo odiar o amor!
E amem o mundo até brilhar o SOL DA JUSTIÇA! - A "justiça" que vem pela
fé no Filho de Deus!
Arrisquem-se, pelo Amor de Deus!
Vamos precisar de todo mundo!
Amar não nos tornará cúmplices de ninguém e de nada!
Deus é amor!
Assim sendo, me dou o direito de mudar, de reconhecer que estive
enganado e de não mais brincar de fariseu.
Doravante o "Mel" servirá unicamente a Jesus Cristo e ao Evangelho da
Graça, deixará todo legalismo judaizante que torna insuportável levar
um fardo que Jesus nos afirma ser leve, deixará as "supertições dos
rituais religiosos que escravizam"e procurará imitar as
atitudes de Jesus Cristo no caminho onde andou.
Grande abraço


"Que eu não ame mais as coisas de Deus
do que o Deus de todas as coisas."

Paulo Lins
http://melegafanhotos.blogspot.com/

*Leia mais-->

05 abril 2010

Por que você não ressuscita mortos nesta páscoa?

A sexta-feira dos judeus começa na quinta-feira às seis da tarde e
termina na sexta à mesma hora ao entardecer.
Portanto, na última sexta-feira de vida físico/terrena de Jesus Ele foi
traído...
Traído, negado e deixado pelos Seus amigos!...
Assim, do ponto de vista psicológico/relacional da Páscoa de Jesus,
tem-se a sexta-feira das traições, negações, abandonos e maus tratos;
tem-se o sábado do silencio do Traído, o choro dos negantes e a morte
por suicídio de um dos traidores emblemáticos, Judas; e no domingo
tem-se o grito do Traído vencendo todas as traições com a força da
Ressurreição, que perdoa a todos os cativos da morte; posto que a morte,
ou o medo de morrer, sejam os fatores que, associados à inveja,
frustração ou qualquer outro sentimento que decorra do medo da morte ou
da necessidade de não perder a vida ou a oportunidade da existência -
façam as pessoas, por caminhos diversos, traírem, negarem ou fugirem do
amor antes confessado.
Assim, se a Páscoa nos fala da Libertação da morte e do medo de morrer,
bem como nos anuncia a vitória da Ressurreição sobre as garras da morte,
do mesmo modo nos fala de nós mesmos; sim, do nosso poder de negar e de
trair; bem como do nosso poder de ressuscitar mortos pela via do perdão.
Quem nunca foi traído por algum amigo ou por vários deles?
Eu, no que me concerne, de um modo ou de outro, já fui traído muitas
vezes, e pelos melhores amigos; amigos que ainda hoje me são os melhores
amigos pelo poder da Ressurreição.
Sim, pois Perdão é Ressurreição!
No Evangelho Perdão é o poder que Ressuscita os que se suicidaram ante
os nossos olhos, ou que nos traíram quando antes nos confessavam apenas
amor.
Praticamente nunca tive amigos que leve ou pesadamente não me tenham
traído!
Por vezes é algo involuntário, que não visa atingir a você, mas apenas
salvar a própria pele...
Por vezes são traições deliberadas, mesmo que aquele que trai pense que
somente faz aquilo porque você já não está mais no circulo da vida...
Os temas de tais traições são diversos, bem como sua gravidade ou
intensidade destrutiva...
Sim, pois há as traições que negociam você, como fez Judas; e há as
traições que negam você, como fez Pedro; e ainda há a traição dos que
fogem de medo, racionalizando: "De que adianta a ele que eu agora lhe
confirme amizade se ele mesmo já perdeu a chance da vida e da
continuidade?"
Todos os meus amigos mais íntimos, de um modo ou de outro, até quando
pensam não estar traindo, por vezes traem [...] até quando se calam...
Mas e daí?
O Perdão é a Ressurreição dos que se fizeram mortos para você, mas que
pela Graça em seu coração lhe foram devolvidos à sua própria vida, e à
vida deles mesmos por você - exclusivamente pelo poder de fazer as
marcas da morte serem vencidas pelo Perdão que Ressuscita os traidores,
oferecendo-lhes o mundo novo que, em amizade, você lhes oferece; como
Jesus fez com Seus amigos.
Quem vive esperando não ser traído pelos seus amigos não entendeu que
isso nunca foi ou será possível!
Há um só Amigo que jamais traiu em pensamento, palavras, ações,
comissões e omissões!
Os demais, mesmo os melhores, traem; e quem não sabe disso nunca
aprendeu o que seja ter amigos e mantê-los apesar de tudo!
Já fui traído por amigos muitas vezes, até quando alguns deles nem
imaginavam que estavam me traindo...
Mas e daí?
Afinal, você sabe que já traiu também...
Sim, não apenas quando vendeu alguém ou negou que fosse amigo e íntimo,
mas quando fez silêncio, ou aceitou um veredicto perverso contra o
outro, ou mesmo quando criticou sem dizer, quando cobiçou ainda que sem
possuir, quando fez parte de algo [...], por mais sutil que tenha sido,
ou até involuntariamente, mas que atingiu a vida do outro.
Nesta Páscoa Ressuscite muitos amigos!
Sim, faça isto perdoando-os; assim como Jesus fez, devolvendo vida aos
amigos que Dele haviam se ausentado pela fraqueza do caráter ou mesmo em
razão do poder da vergonha [...] por terem feito o que fizeram.
Sim, nesta Páscoa exerça o Poder da Ressurreição praticando a Graça do
Perdão; e, desse modo, devolvendo vida a muita gente que, em relação a
você, se sente morta para sempre!
Tire esta Páscoa dos ambientes da Ressurreição apenas doutrinária ou tão
somente da fé no Ressuscitado/Histórico!
Esta Páscoa pode levantar mortos ante os seus olhos; sim, não como algo
distante de você, porém como aquilo que acontece ao seu lado, bem perto
de você.
Ora, isto somente será real e verdadeiro se você reproduzir perdão com a
fertilidade dos coelhinhos...
Quem me lê e me entende, esse Ressuscite os mortos; posto que os traga
de volta à vida pelo Perdão que ressuscita [...] os que ante nossos
sentidos se zumbificaram pela traição, negação, omissão ou comissão que
nos fez mal.
Feliz Páscoa para você!
Que todos sejam perdoados!
N'Ele , que Ressuscitou para me perdoar eternamente, e para me dar o
poder de ressuscitar os que se mataram ante os meus sentidos,
Caio Fábio
www.caiofabio.net
*Leia mais-->

25 março 2010

Devo dar o dízimo na igreja?

Como a prática do dízimo entrou na Igreja
Cipriano, que viveu entre 200-258 d.C., foi a primeira pessoa a
defender o sustento do clero. Até então, a igreja não tinha o que
chamamos hoje de ministro de tempo integral.
Cipriano estava se valendo do princípio dos levitas do VT, que não
receberam terras para cultivar, por isso não teriam como se manter. Deus
ordenou que o restante de Israel sustentasse os levitas, usando os
dízimos para isto (veremos que o dízimo tinha outras finalidades além
desta). No entanto ele foi uma voz rouca em seu tempo, não tendo
encontrado apoio para tal. Porém, uns 100 anos após, alguns líderes
importantes começaram a concordar com Cipriano: deve-se dar dízimo para
sustentar o clero.
Ao longo de toda a idade média este modelo dizimal foi ganhando a
simpatia não somente da Igreja mas de toda a Europa. Carlos Magno[4]
instituiu legalmente 10% como imposto em seu reinado.
Assim sendo, você terá de concordar que a prática do dízimo pela Igreja
não vem de uma ordenança neo-testamentária, mas de uma prática, de uma
tradição. Cipriano teve boa intenção, no entanto, se tornou um fardo,
quando imposta e psicologicamente manipulada por muitos hoje em dia.
Eu creio que nem todos que ainda defendem o dízimo como uma ordenança
para a Igreja o fazem por ganância ou sentimento pecaminoso. Estão
sendo sinceros; sinceramente enganados é verdade, mas estão errados. Em
minha igreja eu falo de dízimo. Afinal, ele é um excelente modelo para
nós. Um modelo, não uma ordenança.
O que diz o Velho Testamento sobre o dízimo
O dízimo antes da Lei
Em duas ocasiões vemos referência ao dízimo no VT: Gn 14.20; 28.22. No
primeiro caso foi Abraão que deu a Melquisedeque o dízimo. Mas qual
dízimo? Dos despojos da guerra contra Quedorlaomer (conforme Hb 7.4).
Abraão não continuou pagando o dízimo nem mesmo se diz que deu 10% de
toda sua riqueza.
No segundo caso, se diz de Jacó que prometeu dar o dízimo de tudo
quanto conquistasse. Não se diz que Jacó se tornaria um dizimista, mas
daria o dízimo de tudo o que conseguisse quando retornasse para a sua
casa. Ao que parece, como Abraão deu, provavelmente, uma única vez,
Jacó talvez pensasse em fazer assim. Desta forma, o dízimo deles foi
mais uma manifestação de gratidão ou mesmo de culto do que de uma forma
de sustento (da obra do Senhor).
A lei do dízimo
A primeira ocasião em que Deus deu leis sobre o dízimo foi logo após a
saída do Egito e uma segunda pouco antes da entrada em Canaã. Temos ai
um intervalo de 40 anos com uma mudança de circunstâncias bem grande. Os
livros de Levíticos e Números até o capítulo 19 relatam fatos de logo
após a saída e o Deuteronômio de pouco antes da entrada na terra.
Também todas as dízimas, tanto do grão do campo como do fruto da terra,
são do SENHOR: santas são ao SENHOR. Se alguém de seus dízimos quiser
resgatar alguma cousa, acrescentará a sua quinta parte sobre ela. No
tocante as dízimas do gado e do rebanho, tudo o que passar debaixo da
vara do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR. Não se investigará se é
bom ou mal, nem o trocará: mas se de algum modo o trocar, um e outro
serão santos; não serão resgatados. São estes os mandamentos que o
SENHOR ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no Monte Sinai (Lv
27,30-34).
Estamos ainda no Monte Sinai, aproximadamente três meses após a saída
do Egito. Deus dá as primeiras palavras sobre o dízimo. Este se dividia
em dízimos de animais e de hortifrutes. A ordem pode ser mais
esclarecida assim:
Vocês devem entregar o dízimo de tudo o que cultivarem e pastorearem.
Dos alimentos e do fruto das árvores, até podem ficar com eles, dando
em lugar destes, a quantia em dinheiro (naquela época a prata)
acrescida de 20% (um quinto). Exemplificando: se o dízimo for 1 quilo
de maçãs e vocês quiserem ficar com elas, podem, mas devem dar no lugar
o valor de mercado mais 20%. Ou seja, se o valor de mercado de 1 quilo
de maçãs for 1 real, devem dar aos levitas R$ 1,20 como dízimo.
Agora, se for gado (ou animal) não poderá ficar com ele e agir como
descrito acima. Vocês o darão se for um bom animal ou um animal doente.
Mas se quiserem me louvar e dar um não doente, terão que dar os dois.
Vocês farão um curral onde só passe um animal por vez. A cada dez
animais que passarem pelo curral, o décimo vocês marcarão com a vara de
pastor e este aí será santo ao SENHOR, não importando o estado dele.
A narrativa de Números já traz algumas pequenas diferenças ou mesmo um
aperfeiçoamento de Deus quanto ao assunto. Aqui, Nm 18,21-32, são dadas
instruções aproximadamente 2 anos após a saída do Egito. Vejamos o
Texto:
Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, pelo
serviço que prestam, serviço na tenda da congregação. E nunca mais os
filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação, para não levarem
sobre si o pecado e morram. Mas os levitas farão o serviço da tenda da
congregação, e responderão por suas faltas; estatuto perpétuo é este
para todas as vossas gerações. E não terão eles nenhuma herança no meio
dos filhos de Israel. Porque os dízimos dos filhos de Israel, que
apresentam ao Senhor em ofertas, dei-os por herança aos levitas;
porquanto eu lhes disse: no meio dos filhos de Israel nenhuma herança
terão. Disse o Senhor a Moisés: Também falarás aos levitas, e lhes
dirás: Quando receberdes o dízimos da parte dos filhos de Israel que
vos dei por herança, deles, apresentareis uma oferta ao Senhor; Os
dízimos dos dízimos. Atribuir-se-vos-a a vossa oferta, como se fosse
grão da eira e plenitude do lagar. Assim também apresentareis ao Senhor
uma oferta de todos dos vossos dízimos, que receberdes dos filhos de
Israel e deles dareis a oferta do Senhor a Arão, o sacerdote. De todas
as vossas dádivas apresentareis toda oferta do Senhor, do melhor delas,
a parte que lhe é sagrada. Portanto lhes dirás: quando oferecerdes o
melhor que há nos dízimos, o restante destes como se fosse produto da
eira e produto do lagar, se contará aos levitas. Comê-lo-eis em todo
lugar, vós e a vossa casa, porque é vossa recompensa pelo serviço na
tenda da congregação.
Deus separou a tribo de Levi para cuidar dos assuntos relacionados ao
Tabernáculo (e posteriormente ao Templo). Dentre todos os membros da
tribo, que era formada por várias famílias, Deus separou a família de
Arão para exercer o sacerdócio. Provavelmente nesta ocasião de Nm 18,
já havia algumas dificuldades de logística e liderança. Quem iria
receber o dízimo e os repartir entre os demais? Deus então diz que o
povo daria o dízimo aos levitas e estes por sua vez, separariam 10%
daquilo que recebiam do povo e dariam aos sacerdotes. Veja: Deus havia
dito que o dízimo era dele, mas que ele o estavam dando aos Levitas. De
outra forma, Deus devolve ao homem o que o homem dá.
O livro de Deuteronômio foi escrito no 40º ano após a saída do Egito. O
povo deixaria a vida nômade para agora fixar residência e se
espalhariam por um raio de algo em torno de 100.000 km2. O Tabernáculo
estaria fixo em uma cidade. Os levitas habitariam em várias cidades
longe do Tabernáculo (Dt 18.6). Todas estas novas circunstâncias
trariam dificuldades na entrega dos dízimos. Deus também pensou nos
problemas das viúvas, órfãos, pobres e estrangeiros. O que ele fez?
Estendeu a lei do dízimo de modo que este se tornasse um meio de
assistência social. A partir de agora, não apenas os Levitas teriam
direito aos dízimos, mas os necessitados tambem.
No Velho Testamento o Senhor também transformou a ação de dizimar em
uma maneira de cultuá-lo e não apenas honrá-lo. Era costume na
sociedade pré-abraâmica honrar os reis com dízimos (por isso ele o deu
a Melquisedeque) e, como diz J.Davis,
Várias nações da antiguidade separavam para os deuses, certa proporção
dos produtos de indústrias ou dos despojos da guerra. Os lídios
ofereciam a décima parte das presas (Heród. 1.89). Os fenícios e os
cartagineses enviavam anualmente a Hércules, a décima parte de suas
rendas. Estes dízimos eram regulares ou ocasionais, voluntários ou
ordenados por lei. Os egípcios deviam contribuir com a quinta parte das
colheitas para Faraó (Gn 47.24).[5]
A Igreja hoje em dia cultua a Deus em duas etapas diferentes: cânticos
e sermões, mas de acordo com Deuteronômio, a entrega dos dízimos era um
culto em si mesma. Em Dt 12.6-7 lemos:
A este lugar fareis chegar os vossos holocaustos, e os vossos
sacrifícios e os vossos dízimos, e a oferta de vossas mãos, e as
ofertas votivas, e as ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas
vacas e das vossas ovelhas. Lá comereis perante o Senhor vosso Deus,
vos alegrareis em tudo que puserdes a vossa mão, vós e as vossas casas,
no que vos tiver abençoado o Senhor vosso Deus.
Em Dt 14.22-29:
Certamente darás os dízimos de todo fruto das tuas sementes, que ano
após ano se recolhem do campo. E perante ao Senhor teu Deus, no lugar
que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do
teu cereal, do teu vinho e do teu azeite, e os primogênitos das tuas
vacas e das tuas ovelhas: para que aprendas a temer ao Senhor teu Deus
todos os dias. Quando o caminho te for comprido demais que não os
possa, levar por estar longe de ti o lugar que o Senhor teu Deus
escolher para ali pôr o seu nome, quando o Senhor teu Deus te tiver
abençoado, então vende-os, e leva o dinheiro na tua mão, e vai ao lugar
que o Senhor teu Deus escolher. Esse dinheiro dá-lo-ás por tudo o que
deseja a tua alma, por vacas, ou ovelhas, ou vinho, ou bebida forte, ou
qualquer cousa que te pedir tua alma; come-o ali perante o Senhor teu
Deus e te alegrarás, tu e a tua casa, porém não desampararás ao levita
que está dentro da tua cidade: pois não tem parte nem herança contigo.
Ao fim de cada três anos tirarás todos os dízimos do fruto do terceiro
ano e os recolherás na tua cidade. Então virá o levita (pois não tem
parte nem herança contigo), o estrangeiro, o órfão e a viúva, que estão
dentro da tua cidade, e comerão, e se fartarão, para que o Senhor teu
Deus te abençoe em todas as obras que as tuas mãos fizerem.
Deus passa a orientar agora o seguinte: as colheitas, como eram anuais,
deveriam ser colhidas e retirada a sua décima parte, junto com a dos
animais e transportados até o lugar onde o tabernáculo estaria. Caso a
distância fosse longa, os produtos das colheitas poderiam ser vendidos
e se comprava, na cidade do tabernáculo, o que a pessoa desejasse.
Fazia-se então uma grande festa e um grande culto, onde o ofertante e
dizimista poderia participar comendo do seu dízimo.
Uma ordem nova é dada no verso 28. A cada três anos os dízimos do fruto
da terra deveriam ser armazenados em casa e usados como socorro a
algumas pessoas (v.29). Há três possibilidades aqui: poderia ser um
segundo dízimo, parte dos dízimos de todo o terceiro ano ou ainda todo
o dízimo do terceiro (veja também Dt. 26.12-13).
Malaquias 3.7-12
Malaquias 3.7-12 é sem dúvida o texto áureo dos que defendem a
manutenção da lei do dízimo para a Igreja. A versão da Bíblia na
Linguagem de Hoje diz:
Vocês são como os seus antepassados: abandonam as minhas leis e não as
cumprem. Voltem para mim, e eu voltarei para vocês. Mas vocês
perguntaram: Como é que vamos voltar? Eu pergunto: será que alguém pode
roubar a Deus? Mas vocês têm roubado e ainda me perguntam: Como é que
estamos te roubando e ainda me perguntam: Vocês me roubam nos dízimos e
nas ofertas. Todos vocês estão me roubando, por isto eu amaldiçôo a
nação toda. Eu, o Todo-Poderoso, ordeno que tragam todos os seus
dízimos aos depósitos do Templo, para que haja bastante comida na minha
casa. Ponham-me à porta e verão que eu abrirei as janelas do céu e
farei cair sobre vocês as mais ricas bênçãos. Não deixarei que os
gafanhotos os destruam as suas plantações, e as suas parreiras darão
muitas uvas. Todos os povos dirão que vocês são felizes, pois vocês
vivem numa terra boa e rica. Eu, o Todo-Poderoso, falei.
O livro de Malaquias foi escrito por volta de 400 a 450 a.C. Um pouco
antes, em 538 a.C. é baixado o decreto para o retorno do povo de Israel
que estava cativo em Babilônia. Com Zorobabel retornam aproximadamente
50 mil homens, que não eram dos mais ricos. Estes 50 mil dão início a
reconstrução do templo, que só fica pronto em 516 a.C.. Em 457 a.C.
Esdras vem a Israel com mais outros 1400 homens e começa um
reavivamento religioso, porque a mais ou menos 100 anos a religião
judaica deixara de ser praticada. É neste contexto que entra o profeta
Malaquias, porque o povo desaprendeu servir a Deus. Vários pecados são
apontados por este profeta. Juntando-se o pecado com a pobreza, o povo
passou a ser infiel nos dízimos e ofertas.
A idéia de Malaquias 3.11 é a de que Deus sustentaria o seu povo mesmo
nas adversidades. Era comum praga de gafanhotos que destruíam as
plantações e tanto os fiéis como infiéis estavam sujeitos aos prejuízos
causados por eles. Deus insta para que permanecessem fiéis nos dízimos
e ofertas pois era isto que sustentava os levitas, órfãos, viúvas e
pobres. Sim, o dízimo não era só para o levita, conforme já vimos.
Prometeu Deus impedir que pragas destruíssem a próxima colheita, ao
contrário do que interpretam alguns, que mandaria a praga se o povo não
dizimasse.
O dízimo no Novo Testamento
O NT fala sobre dízimo em três ocasiões: No encontro de Jesus com uns
fariseus (Mt 23.23; Lc 11.42), no relato do fariseu e o publicano (Lc
18.12) e em Hebreus 7, falando sobre o sacerdócio de Cristo.
Em nenhuma destas passagens há a possibilidade de interpretação como um
mandamento ou ordenança para a igreja dizimar. Em Mt 23.23 Jesus
condena o ato hipócrita dos fariseus sendo legalistas quanto ao dízimo
deixando de praticar preceitos mais importantes. Jesus diz: "devíeis
fazer estas coisas (misericórdia e fé) sem omitir aquelas (dizimar)".
Entrementes, é óbvio que ele falava para os fariseus, não para a
Igreja. Além disso, a era da graça ainda não se tinha iniciado. Estavam
no período da lei.
Em Lucas 18.12 o texto não pode nem ser considerado como apologia ao
dízimo, pois o fariseu, hipócrita e orgulhoso se gaba de ser dizimista,
enquanto o publicano se acha um grande pecador.
Já Hebreus 7 está falando do sacerdócio de Cristo, superior ao de
Melquisedeque. Também aqui não e uma defesa da necessidade de a Igreja
ser ordenada à mesma prática. No verso 8 lemos: "e aqui certamente
recebem dízimos homens que morrem; ali, porém, os recebe aquele de quem
se testifica que vive". É uma comparação entre os dias do autor de
Hebreus com os dias em que viveu Abraão. Nos dias de Abraão, este deu o
dízimo a alguém que tipifica Cristo.
Quem recebia os dízimos eram os sacerdotes, e assim abençoavam o povo.
Se Melquisedeque tipifica Jesus, e se Melquisedeque era sacerdote muito
mais Jesus é o nosso sacerdote. Deste modo a ênfase do texto está em
provar o sacerdócio de Jesus, não o dízimo.
Levando em conta que Hebreus fora escrito para os hebreus (óbvio, como
o próprio nome do livro) não necessitaria o autor provar a continuidade
do dízimo pois os fariseus faziam isto. O que eles não aceitavam não
era não darem o dízimo (vide Mt 23.23; Lc 18.12). O que eles não
entendiam era o sacerdócio de Jesus. Assim sendo, Hebreu 7 não pode ser
usado como apologia dizimatória.
A Contribuição no Novo Testamento
Não há necessidade de falar muito aqui. Bastaria recomendar a leitura
de Mc 12.42 em comparação com II Coríntios 8 e 9. Com a forma de
doutrina, Paulo fala três verdades acerca da contribuição para a Igreja:
a) Voluntária (8.3) - A espontaneidade da contribuição deve nortear
nossas ofertas. Não devemos coagir nem nos deixar ser coagidos por
ninguém.
b) Segundo as posses de cada um (8.3) - Apesar de neste mesmo verso
Paulo reconhecer que ainda poderiam ter sido acima das posses, o texto
deixa claro que é justo que cada um contribua de acordo com o que tem,
ficando livre o contribuinte para estipular percentuais.
c) Lei da semeadura: quem planta mais, colhe mais - (9.9.6-15) Paulo
usa a lei da semeadura para revelar uma verdade espiritual. Assim como
quem planta um pé de milho colhe 6 espigas (dependendo da qualidade da
semente) quem plantar 10 pés colherá sessenta espigas, quem contribui
com mais, receberá do Senhor mais.
Antes de terminar, para quem se animou com a lei da semeadura, deixe-me
falar algo sobre prosperidade. Certamente você já ouviu a frase "Sou
filho do rei". Isto é um fato, mas daí dizer que como "filho do rei"
tenho de ter do bom e do melhor aos olhos do mundo e da sociedade
corrupta, capitalista e consumista é um equívoco de 180 graus.
Jesus, o verdadeiro Filho do Rei, não nasceu em berço de ouro. Aliás,
nem berço ele teve, nasceu em meio às vacas e bois e foi envolto em
panos (Lc 2.1-7) e não tinha onde reclinar a cabeça (Mt 8.20). A bíblia
está cheia de mensagens que falam que a riqueza material é perigosa, Mt
6.19-21; Ec 5.10; 1Tm 6.10; Tg 5.1-6; Mt 19.21. Gostaria que você
meditasse nestas passagens. Esta última é interessante e eu quero
trabalhá-la aqui.
Uma pessoa aproxima-se de Cristo, querendo saber como ser salva. Jesus
testa sua fé, sua religiosidade, sua sinceridade e percebe que ele é um
bom crente. O único problema é que, por ter conseguido prosperar muito,
acabou adquirindo um amor pernicioso pelo dinheiro.
Infelizmente, são poucos os que conseguem não se deixar apaixonar pelo
dinheiro. Não há pecado em ser rico mas é preciso muito cuidado na
importância que se dá à riqueza.
Jesus neste encontro disse: "É mais fácil passar um camelo pelo fundo
da agulha do que entrar um rico no reino de Deus". Nesta expressão
proverbial Jesus não diz ser impossível a um rico ser salvo (v. 26) e
sim que, uma vez que tal pessoa raramente percebe suas necessidades
pessoais com a mesma facilidade de um pobre, sua salvação é mais
difícil "(Nota rodapé da Bíblia Anotada â€" Ed. M. Cristão).
A riqueza material é um "acidente de percurso". O alvo de Deus é a
nossa alma e não levará para o céu o carro do ano, o celular, a mansão,
etc. É muito comum ligarmos a TV e vermos um testemunho de alguém
dizendo que antes era pobre endividado e agora é rico e tornou-se um
microempresário.
Quanto a isto duas coisas têm que ser ditas: (a) eles só mostram os que
se deram bem, que realmente prosperam. Infelizmente tenho tomado
conhecimento de que muitos não apenas não se enriqueceram, como
venderam casas, carros, na esperança de ganhar outros melhores e
ficaram sem nada.
(b) o fato de alguns prosperarem se dá, também por fatores humanos.
A economia de nosso país tem ido relativamente bem e muitas pessoas estão melhorando de vida.
Peçamos graça e sabedoria a Deus para servi-lo com equilíbrio e verdade e assim verdadeiramente
prosperaremos de acordo com sua palavra e não com os padrões mundanos.
Tg 42-3 - Cobiçais e nada tendes; logo matais. Invejais, e não podeis
alcançar; logo combateis e fazeis guerras. Nada tendes, porque não
pedis. Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em
vossos deleites.
Mt 6.19-21 - Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a
ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai
para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem,
e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o teu
tesouro, aí estará também o teu coração.
Ec 5.10 - Quem ama o dinheiro não se fartará de dinheiro; nem o que ama
a riqueza se fartará do ganho; também isso é vaidade.
1Tm 6.10 - Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa
cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram.
HTTP://www.syllasvaladao.com
*Leia mais-->

De Caio para Feliciano

MARCOS FELICIANO : VOCÊ BRINCOU COM O HOMEM ERRADO. E VOCÊ SABE DISSO, GAROTO SONSO! ...

Realmente eu creio, sem arrogância, que algumas pessoas confiam tanto na
minha discrição em relação ao montante do que sei, do que me dizem, do
que fico sabendo, etc, que, em razão disso, são capazes de mentir em
rede nacional de televisão, na certeza de que eu ouvirei, e, quem sabe,
por não ter sido achincalhado, mas apenas feito " vítima digna da visita
de um "grande homem de Deus"(de fato um menino) - nada diga ou
até ache que fui bem tratado...
Para mim nada tem a ver com ser bem ou maltratado... Já passei dessa, faz
muito tempo...
Não! O que digo tem apenas a ver com tirar as calças de um moleque e dar
umas palmadas nele...
Menino sonso esse Infeliciano!...
De fato, o que o Marcos Feliciano, um jovem cruzadeiro vestido de Elvis
da Assembléia de Deus, fez na televisão (...) adveio de ele achar que eu
me sentiria honrado em que ele falasse sobre mim como " um ser triste a
abandonado ", vivendo num exílio de infelicidade (...); à
contra-gosto... - para, então, logo depois, fazer uma declaração piedosa
de que quantos irmãos são sugados e depois abandonados...
Sim, Feliano teve a infelicianidade de mentir sobre um homem que é
homem; e que ele não teve ainda a chance de conhecer de verdade...
Mentiu.. Sim, tanto no que já disse no outro texto que hoje escrevi
sobre o assunto, como, também, mentiu horrivelmente quanto a ter ficado
calado ; pois, de cara, o que ele fez foi chorar suas dores por ter sido
traído pelo Jabes, que, por influencia do Silas (...), segundo ele, o
odeia (...); e, portanto, obrigou o Jabes, por ciúmes que o Silas tem do
Feliciano (segundo ele), a tirar o jovem Elvis de seu culto de poder
realizado na "Igreja do Jabes"... (às segundas-feiras, segundo o
Feliciano)...
E prosseguiu falando de como o Silas queria pegá-lo de qualquer modo
(...), de como havia "comprado uma menina do interior para declarar que
tinha um caso com ele", Feliciano; e de como ele teve que levar um
"irmão da Policia" com ele (...) para uma reunião com o Jabes no
escritório do Jabes; quando, depois de ser ameaçado e declarado acabado
pelo Jabes, o dito irmão da Polícia pediu licença, e mostrou um dossiê
contra o Jabes, acerca de muitas coisas; o que teria feito o Jabes ficar
pálido e quieto...
Troca de "poder" essa (...) que teria "acalmado" o Jabes contra ele,
Infeliciano...
Mas não acalmou ao Silas; que continuava tramando contra ele; embora
ele, Feliciano, também tivesse suas cartas nas mangas...
Isso contado com cara de nojo, de repudio, com voz de piedade, etc...
Foi depois disso que falei, dizendo que estar nesse meio é escolher
viver o anti-evangelho; e exortei-o a não perder tempo estragando e
adoecendo a alma nesse covil de salteadores... E falei muito mais... E
em mim ele não viu saudade de nada, mas a veemência dos libertos...
Posteriormente cheguei a dizer à minha mulher que julgava que havia sido
muito veemente com ele; pois, de fato, o que vi aqui foi apenas um
menino perdido no narcisismo do ministério, amando a glória das
multidões mais do que a qualquer coisa; que é vaidoso do cabelo engomado
ao sapato brilhoso; que tem prazer em seduzir e em se insinuar; que está
longe de ser um homem sério; sendo, no máximo, um aspirante a Malafaia
Meloso...
O que essa moçada vai ter que aprender é que com fariseu Jesus usava
termos como hipócritas, sepulturas invisíveis, sepulcros caiados, copos
lavados por fora e sujos por dentro, sepulturas cheias de corpos
putrefatos, etc...
Ora, eu não tenho porque não ser discípulo de Jesus também neste
aspecto...
Não sei como o Feliciano não morre de vergonha daquele secretario que
anda com ele, que ouve tudo, que sabe de tudo, e, depois, tem que fazer
de conta que aquela piedade de Elvis ungido (...) é verdadeira...
Coitada da alma desse secretário!... Tornar-se-á cínico ao extremo...
O que o Feliciano levou aqui foi bordoada na cabeça; sem pudor; sem
conversa fiada...
E foi ele quem pediu para vir (...).
Havia sido por dois ou três amigos que estão ainda no mercado gospel, e
que conhecem muito bem o Feliciano, em coisas muito intimas, que eu
ouvira acerca dele; sim, pois eles me falaram antes (...) lamentando o
caminho de alma por ele tomado... ( ele nem sonha que seus amigos
confiam mais em mim no que nele; daí o que ele me contou eu já estar
sabendo ... e muito mais...).
Um tempo depois o secretário dele ligou pedindo um encontro... Lembro
inclusive quem deu meu número para ele... E que "intercedeu" para que eu
o recebesse...
O Marcos tem que saber que...
Quando ele visitar um homem com a minha liberdade em Jesus, ele, o
Infeliciano, tem que ficar calado...
Não! Ele apanhou...; chorou; confessou; sofreu; disse querer o meu
caminho de fé; me beijou com a reverencia de um filho; pediu para
voltar; se foi...
Depois começo a receber e-mails de gente querendo saber o que o
Feliciano tinha vindo fazer aqui...
Eu, de minha parte, nada disse; nem para os Mentores do Caminho que me
perguntaram... Era uma visita do moço e ninguém tinha que ter
curiosidade... Coisa normal... Recebo muita gente... De Esotéricos ao
Infeliciano...
Mas não... Como ele estava "inseguro" (havia a ameaça de outras
denuncias sexuais aparecerem "por inspiração do Silas"), chegou em casa
e tascou foto da visita dele à minha casa... Usou como quis...
Entretanto, quando o "perigo" acabou pela nova associação do Infeliciano
na Assembléia de Deus (ele pensa que eu não sei em que mão ele come
agora...), então, como o novo patrono não gosta também de mim, e como
isso cria muitas perguntas para ele (...), não podendo negar as coisas
(...), ele as maquia, as altera de leve, omite tudo, fica " calado
apenas ouvindo as dores de uma alma vitimada ", etc...
Quer me visitar (...), me visite; pois, havendo tempo, recebo a todos
sem exceção... Mas não tente me usar... Não! Jamais!... Seria uma
burrice Infeliciana...
Afinal, ele faz aquela média usando piedosamente o meu nome, como se eu
mendigasse os afagos falsos de gente viciada na Máfia e seus códigos de
Fraternidade diabólica, julgando assim que eu ficaria calado, honrado
por não ter sido chamado de "adúltero", no mínimo; ou de outras
coisas...
Garoto! Acorde!
Vá brincar com o nome de outro...
Amanhã mais gente ponderará o que digo agora (...) do que sobre a sua
mentirinha de evangelista contada por você na Rede TV.
E mais, garoto: quando você quiser aparecer para conversar comigo, será
"ao vivo" na Vem e Vê TV , pois, assim, todos verão como você chega,
fica e sai...
Feliciano : Para você começa aqui o ensino acerca da diferença entre
Meninos e Homens!
Em Nome de Quem não mente, e enfrentando aquele que é mentiroso e pai da
mentira, e seus filhotes melosos,
Caio Fábio

*Leia mais-->

ÍNDICE - MARCADORES

 

Os comentários feitos por visitantes, não são de responsabilidade do autor, Use o conteúdo deste "blog" livremente, O direito autoral é do Céu. Lembre-se, naturalmente, de citar a fonte. Copyright 2009 All Rights Reserved. Site desenvolvido e mantido por Diego Dlins

Clicky Web Analytics BlogBlogs.Com.Br diHITT - Notícias