30 setembro 2009

Eu aprendi

" Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém.
Posso apenas dar boas razões para que gostem de
mim e Ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim,
tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e
destruí-la em apenas alguns segundos.
Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos,
depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi Que posso fazer algo em um minuto e
ter que responder por isso o resto da vida.
Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo
dois lados, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser
e devo ter paciência.
Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos
ou ser controlado por eles.
Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento,
independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática.
Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi Que nos momentos mais difíceis, a ajuda veio justamente
daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas
não tenho o direito de ser cruel.
Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.
APRENDI Que ter uma criança adormecida em meus braços
é um dos momentos mais lindos da vidda.
Aprendi que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis,
pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi que sempre posso orar por alguém quando não tenho a força
para ajudá-lo de alguma outra forma.
Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando
e que eu tenho que me acostumar com isso.
Que não é o bastante ser perdoado pelos outros,
eu preciso me perdoar primeiro.
Eu aprendi Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis
pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
Aprendi que numa briga preciso escolher de que lado eu estou,
mesmo quando não quero me envolver.
Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem e
quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos,
eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas,
por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi, também, que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido,
quando usadas sem critério.
E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito,
mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira,
mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi que é difícil traçar uma linha entre ser gentil,
não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
EU APRENDI Que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa.
Aprendi que devemos deixar sempre as pessoas que amamos com palavras amorosas.
Pode ser a última vez que as vejamos.
Eu aprendi que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
EU APRENDI Que devemos sempre ter palavras doces e gentis,
pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las.
EU APRENDI Que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos.
Aprendi, afinal, que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não vai parar pra que você o conserte.

(Tradução livre do texto "I have learned" - Willian Sheakspeare)

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A sentença

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi
injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor
do crime era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiro
momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro
assassino.
O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele
sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances
de sair vivo desta história.
O juiz, que também foi comprado para levar o pobre homem à morte,
simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que
este provasse sua inocência.
- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas
mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no
outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que
sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino - determinou o
juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em
ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia
nenhuma chance de o acusado se livrar da forca.
Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis
em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns
segundos e, pressentindo a "vibração", aproximou-se confiante da mesa,
pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os
presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do
homem.
- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto?
- É muito fácil. - respondeu o homem - Basta olhar o outro pedaço que
sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário.
Imediatamente o homem foi liberado.
MORAL DA HISTORIA:
Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o
último momento. Saiba que, para qualquer problema, há sempre uma saída.
Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Vá em frente
apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.
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29 setembro 2009

Doutorado

Uma mulher foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe, então, para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou.
"Sou mãe"!
"Nós não consideramos "mãe" um trabalho.
Vou colocar"Dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história
até o dia em que me encontrei em situação idêntica.
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira,
segura, eficiente, dona da situação,
perguntou:Qual é a sua ocupação?
Não sei o que me fez dizer isto,
as palavras simplesmente saltaram-me da
boca para fora
"Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o
ar e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no
questionário oficial.
Posso perguntar, disse-me ela com novo interesse,
o que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz,
ouvi-me responder:
"Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em
laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e
fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi
quatro projetos ( todas meninas).
Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???),
o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24 horas).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de
preencher o formulário, se levantou e, pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carteira erguido, fui
recebida pela minha equipe: uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3
anos.
Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (um bebê de seis
meses), testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!
Maternidade... que carreira gloriosa!
Assim, as avós deviam ser chamadas
"Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas".
As bisavós:
"Doutora- Executiva- Sênior".
E as tias:
"Doutora - Assistente".

Uma homenagem carinhosa a você, Inis, que é uma doutora na Arte de fazer a vida melhor !!!

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22 setembro 2009

Como Deus age

Um rapaz pediu a Jesus um emprego e uma mulher que o amasse muito.
No dia seguinte ,abriu o jornal e tinha um anúncio de emprego. Ele foi
e, ao chegar ao local, viu a fila muito grande e disse: "eles são melhores do que eu"e foi embora.
No caminho ,um garoto lhe deu uma rosa. No ônibus, ele chateado, joga a rosa fora.
Ao chegar em casa, briga com Jesus:
"É assim que me tratas? É assim que me amas? E vai dormir.
Em sonho Jesus diz a ele: "O emprego era seu, mas você não confiou e desistiu antes de lutar.
aquela rosa, foi eu que te dei. Inspirei aquela criança a lhe dar!!!
O amor da sua vida estava sentada ao seu lado e, em vez de você dar a rosa a
ela, você a jogou fora.
Você entendeu como Jesus age na sua vida ?
Ele abre as portas, te mostra o caminho, mas a tua fé e tão pouca que desistes no primeiro obstáculo.
Não desista. Confie que Jesus pode agir na sua vida!
Os obstáculos existem para ver até onde vai a tua fé!
Você é muito importante para Deus!!!
(Enviado por Thyago e Cris Lins)
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