18 junho 2013

Julgamentos...

ANTES DE JULGAR...

Um médico entrou num hospital apressado, depois de ter sido chamado para uma cirurgia urgente. Ele respondeu à chamada
imediatamente e mal chegou trocou-se e foi direto para o Centro Cirúrgico.
Pelo caminho encontrou o pai do rapaz que ia ser operado a andar para trás e para frente
à espera do médico. Quando o viu, o pai gritou:
- Porque demorou este tempo todo a vir? Não sabe que a vida do meu filho está em perigo? Você não tem o mínimo de sentimento e de responsabilidade?
O médico sorriu e respondeu serenamente:
- Peço-lhe desculpa, não estava no hospital e vim assim que recebi a chamada. Agora, gostaria que você se acalmasse para que eu também possa fazer o meu trabalho.
- Acalmar-me? E se o seu filho estivesse dentro da sala de cirurgia, você também ficaria calmo? E se o seu filho morresse o que faria? - disse o pai visivelmente
agitado.
- Ficar nesse estado alterado não vai ajudar nada, nem a si, nem a mim e muito menos ao seu filho. Prometo-lhe que farei o melhor que sei e consigo
dentro da minha capacidade, disse o médico.
- Falar assim é fácil, quando não nos diz respeito, murmurou o pai entre dentes.
Passadas algumas horas, a cirurgia terminou e o médico saiu sorridente de encontro ao pai.
- A cirurgia foi um sucesso. Conseguimos salvar o seu filho! Se tiver alguma questão pergunte à enfermeira.
Sem esperar pela resposta, o clínico prosseguiu caminho visivelmente apressado. O pai irritado dirigiu-se à enfermeira e desabafou:
- O médico é mesmo arrogante. Será que lhe custava muito ficar aqui mais uns minutos para eu lhe questionar em relação ao estado geral do meu filho?
A enfermeira, um pouco abalada e quase a chorar respondeu-lhe:
- O filho do doutor morreu ontem em um acidente de carro. Ele estava no funeral quando o chamamos para a cirurgia do seu filho. Agora que a cirurgia terminou e
o seu filho foi salvo, o doutor voltou para o funeral para prestar a última homenagem ao filho dele
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16 junho 2013

A canção do irmão

Como qualquer mãe, quando Karen soube que estava grávida pela segunda
vez, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Miguel, de seis
anos, a se preparar para a chegada da irmã. E o menino estava ansioso.
Todos os dias fazia questão de cantar perto da barriga da mãe e sempre
repetia que amava a irmã.
A gravidez de Karen foi normal.
Finalmente chegou o dia do parto. Tudo corria bem até surgirem algumas
complicações. Depois de muitas horas de trabalho de parto, a criança
nasceu. Mas estava muito mal e por isso foi direto para a UTI neonatal.
Os dias passavam e a irmã de Miguel só piorava. O médico chegou a dizer
aos pais para se prepararem para o pior.
Karen e o marido, sofrendo muito, começaram, então, os preparativos para
o funeral da filha.
Mas Miguel ainda mantinha sua esperança e todos os dias pedia aos pais
para conhecer a sua irmã. Ele dizia:
•Pai, mãe, eu quero cantar para a minha irmã!
A neném estava na UTI há quase duas semanas e os médicos continuavam
acreditando que ela não sobreviveria.
E Miguel insistia em ir ao hospital para cantar para a irmã. Porém, não
era permitida a presença de crianças na UTI. Mas Karen decidiu levá-lo
mesmo assim, pois Miguel não tinha visto a irmã e, se não fosse naquele
dia, talvez não a visse viva.
Karen então, colocou uma roupa um pouco maior nele, para disfarçar a
idade. Mesmo assim, a enfermeira não permitiu a entrada de Miguel na UTI
e mandou que a mãe o tirasse dali. Karen, porém, determinada, disse:
- Desculpe-me, enfermeira, meu filho não vai embora até ver a irmã!
Finalmente Miguel foi ver a irmã, que estava na incubadora. E ficou
olhando para aquele pedacinho de gente que perdia a batalha da vida.
Depois de alguns segundos, Miguel começou a cantar. A letra da música
dizia assim: "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz
mesmo quando o céu está escuro…"
De repente, a irmã de Miguel pareceu reagir. Sua pulsação começou a
baixar e se estabilizou. Karen pediu para o filho continuar cantando.
Agora a letra dizia: "Você não sabe, querida, o quanto eu te amo. Por
favor, não leve o meu sol embora…"
Enquanto Miguel cantava, a respiração difícil da neném ia melhorando. E
Karen, emocionada, pediu para o filho não parar de cantar. E ele
obedeceu.
A irmã de Miguel foi relaxando, se acalmando...
A enfermeira, que assistia a tudo, começou a chorar.
Miguel continuou cantando aquela música que falava de carinho e amor...
por muito tempo, ali, dentro da UTI fria daquele hospital.
E, no dia seguinte, a irmã de Miguel estava salva. Em poucos dias teve
alta, para a alegria de todos.
A imprensa local divulgou a história como "O milagre da canção de um
irmão". Os médicos chamaram de Milagre. E Karen chamou de Milagre do
amor de Deus.
LIÇÃO DE VIDA:
O amor cura tudo!
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12 agosto 2012

Aos Pais

Tem pai que ama,
Tem pai que esquece do amor.
Tem pai que adota,
Tem pai que abandona.
Tem pai que não sabe que é pai,
Tem filho que não sabe do pai.
Tem pai...
Tem pai que dá amor,
Tem pai que dá presente.
Tem pai por amor,
Tem pai por acaso.
Tem pai que se preocupa com os problemas do filho,
Tem pai que não sabe dos problemas do filho...
Tem pai...
Tem pai que ensina,
Tem pai que não tem tempo.
Tem pai que sofre com o sofrimento do filho,
Tem pai que deixa o filho esquecido.
Tem pai de todo jeito.
Tem pai que encaminha o filho,
Tem pai que o deixa no caminho.
Tem pai que assume,
Tem pai que rejeita.
Tem pai que acaricia,
Tem pai que não sabe onde está o filho que precisa de carinho.
Tem pai que afaga,
Tem pai que só pensa em negócios.
Tem...
Tem pai de todo jeito.
E você???
Que tipo de pai você é?

Uma homenagem do Mel e Gafanhotos à todos os pais.
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01 julho 2012

O Visitante

Um poderoso mercador
Convidou Nosso Senhor
Para uma ceia em seu louvor
Em seu palácio de cristais
Dispensou então os serviçais
E em meio à luz dos castiçais
Esperava por Jesus
O da barca, o da cruz e da paz
E ali estava sobre a mesa
Todo luxo e a riqueza, iguarias à vontade
E tanto fartura, com franqueza
Mataria com certeza
Toda a fome da cidade
E esperando já à porta impaciente
O mercador viu de repente
Um casal com uma criança
E mal pediu-lhe abrigo, o retirante
Um “não” desconcertante
Cortou-lhe a esperança
E de repente aconteceu
Que a repressão apareceu
E um jovem perseguido se escondeu
Nas sombras do palácio de cristais
Ele no jardim se ocultou
Disse o mercador: (E o entregou):
É que eu espero um visitante
Famoso, importante, que é o Salvador
E ao ver que Jesus não vinha mais
Quebrou todos os cristais
Esmagando grão por grão
E enraivecido escorraçava
Um cão faminto que catava
As migalhas pelo chão
E blasfemava: Oh, Jesus, por que não veio?!
Logo eu que tanto creio
E o Senhor lhe respondeu:
Você é o pior dos descorteses
Já estive aí três vezes
E você não me atendeu;
Você é o mais tolo dos burgueses
Já estive aí três vezes
E você não percebeu
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