05 abril 2011

A simplicidade de Jesus

Assistindo alguns dos episódios dos seriados investigativos, como CSI New
YorK, por exemplo, (CSI: Crime Scene Investigation), percebo o cuidado com
a sistematização dos eventos para que o veredicto seja correto.
No seminário havia esta mesma preocupação com a sistematização, só que de
Deus. Deus é fatiado e seus pedaços levados para compor uma teia de crenças
tão complexa, que o torna totalmente desfigurado.
Se juntar novamente essas partes tiradas do Ser e das declarações de Deus,
elas não farão mais sentido, e o deus formado torna-se uma verdadeira
confusão de palavras e de probabilidades.
Aí, para desculpar-se com a consciência, se aceita que, pelo fato de ter
passado o dia pensando em Deus e tentado montá-lo usando as mais diversas
correntes de pensamento, muitas delas para justificar a linha de fé que a
denominação criou, torna-se mais santo e mais aceitável para o sagrado. Uma
espécie de indulgência para o fracasso em remontar Deus.
O homem começa a enlouquecer a partir do momento em que, exauridas as
forças de entender Deus e seu relacionamento com o homem, ele aposta tudo em
conseguir mais fé. Mais fé...mais fé... Às vezes, uma fé cega e
impraticável.
Alguns aprenderam a vender soluções propondo os mais absurdos desafios, e
que se não forem cumpridos, não se obtém nada. Eles, literalmente,
encurralam Deus e o fazem trabalhar em favor dos desafiadores da fé.
O homem deveria partir do pressuposto da GRAÇA. Se Deus doou-se ao mundo,
não seria um primeiro passo transformar este imenso número de fiéis em
milhões de Madres Terezas de Calcutá ? O homem mostrando que ama a Deus
amando o próximo, doando-se como ele se doou.
Jesus disse que tudo se resume em:
"Amar a deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo."
Isso é o ponto final de Deus. Não custa nada tentar, já se perdeu tanto
tempo com a complexidade. O simples andar de Jesus resolveria todas as
questões.
Soli Deo Gloria
--
Olavo Saldanha
http://olavosaldanha.wordpress.com/
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Diplomacia

Podem-se dizer coisas terríveis de uma maneira serena, até direcionar
pessoas para o inferno tão diplomaticamente que elas aguardarão com
contentamento o fim da viagem. Mas isso se dá porque as pessoas costumam
passar uma procuração para que a sua fé seja administrada por outros. Não
aceitar abusos não significa que se deve provocar uma guerra civil nas
igrejas, mas juntar as vozes e exigir respeito, primeiro ao Senhor e depois
aos homens.
Os fiéis aceitam tudo que lhes é proposto. A responsabilidade de viver uma
vida de discípulo não pode ser delegada, e ela não acontece depois que você
recebe uma carteirinha com um número de sócio. Essa história de esperar um
chamado para missões é moda, é delírio religioso. O homem se torna discípulo
no momento em que é chamado e segue a Jesus, do jeito que é e do jeito que
está, como o foram os 12.
O que está sendo mostrado hoje na TV é o que está acontecendo dentro dos
templos, os tele-evagelistas são a cara das igrejas, e o pior, a nossa
cara. E o comportamento das pessoas em aceitar todo esse circo religioso só
prova que há um desprezo grande por Jesus e um temor ao homem.
A relação entre religião e Jesus está muito bem documentada no evangelho.
Foi uma guerra sem trégua, doentia e violenta, em que o homem segurou sua
religiosidade com unhas e dentes e não aceitou a quebra dos protocolos que
Jesus impôs. Tudo continua igual, enquanto Jesus transforma escravos em
filhos, os religiosos transformam filhos em escravos.
As pessoas que Jesus teve mais dificuldade de alcançar não foram os
marginalizados da sociedade, os sem religião, os maus, pois eles sabiam que
eram ruins. Foram os religiosos auto-virtuosos, que se consideravam
diferenciados da sociedade caída. Os marginalizados, diz a Bíblia, serão os
ocupantes do banquete final, da ceia com o mestre.
Infelizmente, o dinheiro gasto em mega eventos, em cultos festivos,
aniversários de denominações, em construções de super templos, prédios cada
vez mais confortáveis, daria para criar uma rede de assistência aos pobres
que iria impactar mais o mundo do que qualquer avivamento religioso que
lotem os templos do Brasil.
"EU GOSTO DO SEU CRISTO, EU NÃO GOSTO DOS SEUS CRISTÃOS. SEUS CRISTÃOS SÃO
TÃO DIFERENTES DO SEU CRISTO." (GANDHI)
"QUEM JULGA AS PESSOAS NÃO TEM TEMPO PARA AMÁ-LAS. A FALTA DE AMOR É A
MAIOR DE TODAS AS POBREZAS. (MADRE TEREZA DE CALCUTÁ)
"CERTOS MEMBROS DE IGREJA SÃO HÁBEIS DIPLOMATAS, "SERVEM" A DEUS SEM
DESAGRADAR AO DIABO" (VIEIRA DE MELO)
Soli deo Gloria
OBS: Por favor, sei que eu exponho muito dos comportamentos e vivência das
igrejas, entretanto, eu passei vinte anos dentro dela como testemunha
ocular. Nada do que eu falo é ficção, é pura realidade, acontece sim.
Existem milhares de bons cristãos que não se enquadram nestes perfís, muitos
pastores sinceros, e Deus os conhece. No entanto, a igreja evangélica tem
hoje em seus quadros pessoas impiedosas que mandam e desmandam e fazem pouco
do povo sofrido que os buscam. Mas eu creio que esses cristãos sinceros, um
dia, funcionarão como uma bomba de Deus nessa estrutura doente.
--
OlavoSaldanha
http://olavosaldanha.wordpress.com/
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Coisas que fazem mal

As afirmações abaixo são verdadeiras.

Se você gosta de evitar fazer o mal, não leia.

Caso você deseje fazer o mal, leia.

Se você é bom, leia com atenção. Pode ser que você mude de idéia acerca de você mesmo.

Havendo dúvida, leia assim mesmo.

Havendo certeza, não perca seu tempo. Leia outra coisa.

Não havendo nada para fazer, faça o bem.

Se você não sabe o que é bom, olhe no espelho, abra a janela, beba água, ande, coma, beba, ame, e não se sinta culpado por gostar dessas banalidades. Faz bem!

Preparado? Não fique demais. Não há nada maravilhoso e nem tampouco novo sendo escrito aqui.

Leia então:


1. É mal fazer o bem para todo aquele que é mau. Ele o odiará pela maldade de seu bem.

2. É mal pensar o bem acerca de quem só concebe o mal. Ele usará você sem escrúpulos.

3. É mal desejar que o Bem aconteça a quem o inveje por você ser bom. Ele o julgará superior e o invejará com todo ódio.

4. É mal realizar o bem a quem tem complexo de inferioridade em relação a você. Ele crerá que você o está humilhando.

5. É mal não fazer nada de mal a quem só deseja o mal a você. Ele não aguentara a sua não resposta às provocações.

6. É mal ajudar o covarde quando ele está em desvantagem. Ele pensará que você é cúmplice.

7. É mal fazer o bem aos que tudo veem como impuro. Sua bondade será interpretada como frouxidão.

8. É mal fazer o bem aos que o adulam. Eles pensarão que sua bondade é pagamento e tentarão ampliar os negócios com sua alma.

9. É mal fazer o bem a quem não ama. Ele nunca acreditará em você.

10. É mal fazer o bem a quem cobiça. Ele desejará seu bem a serviço dos interesses dele.


Bem, já que é assim, dê uma surra de bondade no mundo!

Transgrida esses princípios sempre. Será para o seu Bem. Espero que você seja incorrigível.

Seja esse pecador. Peque esse pecado. Sofra desse mal. Você está condenado!

Graças a Deus!

Caio Fábio
http://caiofabio.net
(Enviado por Patrícia Gama)

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Preconceito

Hoje, tenho eu a impressão de que o "cidadão comum e branco"
é agressivamente discriminado pelas autoridades
e pela legislação #infraconstitucional,
a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios,
afrodescendentes, homossexuais
ou se #autodeclarem pertencentes a minorias
submetidas a possíveis preconceitos.
(* Ives Gandra da Silva Martins)

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente
tiverem a mesma nota em um vestibular,
pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades
e as vagas forem limitadas,
o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles!
Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior
e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.
Os índios que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras
que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei #infraconstitucional
passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado.
Menos de meio milhão de índios brasileiros
- não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios
que pretendem ser beneficiados também -
passaram a ser donos de 15% do território nacional,
enquanto os outros 185 milhões de habitantes
dispõem apenas de 85% dele.
Nessa exegese equivocada da Lei Suprema,
todos os brasileiros #não-índios foram discriminados.
Aos "quilombolas", que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos,
e não os afrodescendentes em geral,
que vivem em torno daquelas antigas comunidades,
tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior
do que a Constituição permite (art. 68 #ADCT),
em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.
Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef
o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público,
para realçar as suas tendências
- algo que um cidadão comum jamais conseguiria!
Os invasores de terras, que violentam,
diariamente, a Constituição,
vão passar a ter aposentadoria,
num reconhecimento explícito de que o governo considera,
mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito.
Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum,
desempregado, que não tem esse "privilégio", porque cumpre a lei.
Desertores, assaltantes de bancos
e assassinos que, no passado participaram da guerrilha,
garantem a seus descendentes polpudas indenizações,
pagas pelos contribuintes brasileiros.
Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos
para "ressarcir" aqueles que resolveram pegar em armas
contra o governo ou se disseram perseguidos.
E são tantas as discriminações, que é de perguntar:
de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?
Como modesto advogado,
cidadão comum e branco,
sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço,
nesta terra de castas e privilégios.


* Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie
e #UNIFMU e da Escola de Comando e Estado Maior do Exército
e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos
da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

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