20 dezembro 2009

O campo de abacaxis

(Esta é uma história verídica.)
A história do campo de abacaxis aconteceu na Nova Guiné. Ela durou sete
anos. É uma ilustração profunda de um princípio bíblico básico aplicado.
Ao ler este relato original, você descobrirá que ele é um exemplo
clássico do tipo de lutas que cada um de nós enfrenta, até que aprenda a
aplicar o princípio de renúncia aos direitos pessoais.
Minha família e eu trabalhamos com pessoas bem no meio da selva. Um dia,
resolvi levar para aquela região alguns abacaxis. O povo já tinha ouvido
falar de abacaxis. Alguns já os haviam provado, mas não tinham meios de
consegui-los.
Busquei, então, mais de cem mudas de uma outra missão. Contratei um
homem da aldeia e ele plantou todas as mudas. Eu o paguei pelo serviço
prestado (com sal e diversas outras coisas de que necessitava) e durante
dias ele trabalhou. Precisei ter muita paciência até que as pequenas
mudas de abacaxi se tornassem arbustos grandes e produzissem as frutas.
Demorou uns três anos.
Lá, no meio da selva, você às vezes tem saudade de comer frutas. Não é
fácil conseguir frutas e verduras frescas. Finalmente, no terceiro ano,
pudemos ver surgir abacaxis que davam "água na boca", e só estávamos
esperando o Natal chegar, porque é nesta época que eles ficam maduros.
No dia de Natal, minha esposa e eu saímos ansiosos para ver se algum
abacaxi já estava pronto para ser tirado do pé, mas tivemos uma surpresa
desagradável após a outra. Não conseguimos colher nem um só abacaxi. Os
nativos haviam roubado todos! Eles os roubavam antes de ficarem maduros.
É costume deles roubar as frutas antes que amadureçam para que assim o dono
não as possa colher.
E aqui estou eu, um missionário, ficando com raiva dessas pessoas.
Missionários não devem ficar com raiva, vocês todos sabem disso, mas eu
fiquei e disse a eles: -Rapazes, eu esperei três anos por esses
abacaxis. Não consegui colher um único deles. Agora outros estão
amadurecendo e, se desaparecer mais um só destes abacaxis, fecharei a
minha clínica.
Minha esposa dirigia a clínica. Ela dava gratuitamente todos os remédios
àquela gente. Eles não pagavam nada! Nós estávamos nos desgastando
tentando ajudá-los, cuidando de seus doentes e salvando as vidas de suas
crianças. Os abacaxis ficaram maduros e, um por um, foram todos
roubados! Então achei que deveria me defender deles.
Eu simplesmente não podia deixar que fizessem comigo o que queriam...
Mas a verdadeira razão não era essa. Eu era uma pessoa muito egoísta que
queria comer abacaxis. Fechei a clínica. As crianças começaram a adoecer
porque a vida era bastante difícil naquela região.
Vinham até nós pessoas com gripe, tossindo, pedindo remédio e nós
dizíamos: - Não! #Lembrem-se que vocês roubaram nossos abacaxis#.
- Não fui eu! - eles respondiam - foram os outros que fizeram isso. E
continuavam tossindo e pedindo.
Não conseguimos manter mais a nossa posição; reabrimos a clínica.
Abrimos a clínica e eles continuaram roubando nossos abacaxis. Fiquei
novamente louco de raiva e resolvi fechar o armazém. No armazém eles
compravam fósforos, sal, anzóis, etc. Antes eles não tinham essas
coisas, por isso não iriam morrer sem elas, pensei.
Comuniquei minha decisão: - Vou fechar o armazém, vocês roubaram mais
abacaxis.
Fechamos o armazém e eles começaram a resmungar:
- Vamos nos mudar daqui porque não temos mais sal. Se não há mais
armazém, não há vantagem para ficarmos aqui com esse homem. Podemos
voltar para nossas casas na selva - e se mudaram para a selva.
E ali estava eu, sentado, comendo abacaxis, mas sem pessoas na aldeia,
sem ministério, sem condições de aprender a língua para traduzir a
Bíblia para eles.
Falei com minha esposa: - Podemos comer abacaxis nos Estados Unidos, se
é só o que temos para fazer aqui.
Um dos nativos passou por ali, e eu lhe pedi para avisar que, na
segunda-feira, abriria novamente o armazém. Pensei e pensei em como
resolver o caso dos abacaxis...
- Meu Deus! Deve haver um jeito. O que posso fazer?
Chegou o tempo de minha licença e eu aproveitei para ir a um Curso
Intensivo para Jovens. Lá ouvi que deveríamos entregar tudo a Deus.
A Bíblia diz que, se você der você terá; se quiser guardar para si,
perderá tudo.
- Dê todas as suas coisas a Deus e Ele zelará para que você tenha o
suficiente. Este é um princípio básico. Pensei o seguinte: amigo, você
não tem nada a perder. Vou entregar o caso dos abacaxis a Deus...
Eu sabia que não seria fácil fazer esse sacrifício! Sacrificar significa
entregar gratuitamente algo de que você gosta muito, mas eu decidi dar a
plantação de abacaxis a Deus e ver o que Ele faria. Assim, saí para
plantação, à noite, e orei:
- Pai, o Senhor está vendo estes pés de abacaxis? Eu lutei muito para
colher alguns. Discuti com os nativos, exigi meus direitos. Fiz tudo
errado, estou compreendendo agora. Reconheço o meu erro, e quero
entregar tudo ao Senhor. De agora em diante, se o Senhor quiser me
deixar comer algum abacaxi, eu aceito; caso contrário, tudo bem, não tem
problema.
Assim, eu dei os abacaxis a Deus e os nativos continuaram roubando as
frutas como de costume. Pensei com meus botões: - Deus não pôde
controlá-los.
Então, um dia, eles vieram falar comigo: - Tu-uan (que significa
estrangeiro) o senhor se tornou cristão, não é verdade?
Eu estava pronto para dizer: - Escute aqui, eu sou cristão há vinte
anos! - mas, em vez disso, eu perguntei: - Por que vocês estão
perguntando isso?
- Porque o senhor não fica mais com raiva quando roubamos seus abacaxis,
eles responderam.
Isso me abriu os olhos. Eu finalmente estava vivendo o que estivera
pregando a eles. Eu lhes tinha dito que amassem uns aos outros, que
fossem gentis, mas sempre exigia os meus direitos e eles sabiam disso.
Depois de algum tempo alguém perguntou: Por que o senhor não fica mais
com raiva?
- #Eu passei a plantação adiante#, respondi, ela não pertence mais a
mim, por isso vocês não estão mais roubando os meus abacaxis e eu não
tenho motivos para ficar com raiva.
Um deles, arriscando, perguntou: - #Para quem o senhor deu a
plantação?#Então eu disse: - #Dei a plantação para Deus#.
- Para Deus? - exclamaram todos. Ele não tem abacaxis onde mora!?
- Eu não sei se ele tem ou não abacaxis onde mora, respondi. Eu
simplesmente lhe dei os meus abacaxis.
Eles voltaram para a aldeia e disseram para todos: - Vocês sabem de quem
estamos roubando os abacaxis? Tu-uam os deu a Deus .
Começaram a pensar sobre o assunto e combinaram entre eles: - Se os
abacaxis são de Deus, agora não devemos mais roubá-los.
Eles tinham medo de Deus e os abacaxis novamente começaram a amadurecer.
Os nativos vieram para me avisar: - Tu-uan, seus abacaxis estão maduros.
- Não são meus, eles pertencem a Deus - respondi.
- É melhor o senhor comer, pois senão eles vão apodrecer.
Então colhi alguns, e deixei também uns para os nativos. Quando me
sentei à mesa com minha família para comê-los, eu orei: - Senhor,
estamos comendo Seus abacaxis, muito obrigado por me dar alguns. Durante
todos os anos em que estive com os nativos, eles estiveram me observando
e prestando atenção às minhas palavras.
Eles viam que as duas coisas não combinavam. E, quando eu comecei a
mudar, eles também mudaram. Em pouco tempo, muitos se tornaram cristãos.
O princípio da entrega a Deus estava funcionando realmente. Eu quase não
acreditei...
E mais tarde, passei a entregar outras coisas para Deus#.
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Jesus não nasceu em dezembro

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida
após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século IV).
Somente no século V foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre,
como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata
do nascimento de Cristo.
Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria
sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos
ordenados a adorar a Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do
nosso
Salvador, Sua próxima VINDA gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO para os não crentes verdadeiros.
1. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lucas 2:8). Isto
jamais poderia acontecer na Judéia durante o mês de dezembro, pois os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e (ainda mais à noite) os abrigavam
para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd
10:9,13, que o
inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noites, no campo. É também pouco provável
que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).
2. COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro)
e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.
A Enciclopédia Britânica diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível
sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro
havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."
3. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
A verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos! No Egito
sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data séculos
antes do nascimento de Cristo.
PAPAI NOEL é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século V. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de
Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro. conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre. Deu
origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal
com São Nicolau..."
5. O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas
filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram." (Os 4:13)
"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu Deus, que fizeres para ti." (Deut 16:21)
Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.
6. É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
"E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magoS vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino
com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."
10. AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?
Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde
(mais ou menos, pois o calendário deles é lunar, o nosso é solar) ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus
habitando com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor
habitou no Tabernáculo
no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).
Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de Abias" (Tamuz, i.é, junho) (Luc 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para
casa e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril,estava gravida de João Batista ja a 5 meses (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus
(junho) ou início do mês Abe (julho).
Maria soube que estava gravida de Jesus 6 meses depois. Nessa época Joao Batista ja tinha de 2 a 3 meses de idade (Luc
1:24-38), no fim de Tebete (dezembro) ou início de Sebate (janeiro). Nove meses depois, no final de Etenim (setembro), mês em que os judeus comemoravam a Festa
dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel ("Deus conosco").
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08 dezembro 2009

A origem da morte

Após Deus ter feito todas as coisas apresentou-as ao Homem e o Senhor deu a ordem para ele guardar e cultivar o local, porem ... A partir de Genesis 2.17 "mas a
árvore do bem e do mal não comerás, porque no dia em que comeres, certamente morrerás'(assim disse o Senhor).
Em Genesis 3.19 " Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes a terra, pois de La foste formado, porque tu ES pó a ao pó tornarás", neste momento Satanás
já havia enganado aos dois. Deus, então, deu a sentença(Genesis 3.14 à
Satanás, Genesis 3.16 à mulher e Genesis 3.19 ao homem).
Já em João 8.44 fala que "não devemos nos confundir porque Satanás profere mentiras, ele é o pai da
mentira".
Em Romanos 5.12 ao 21, explica que o pecado reinou resultando na morte, até a época de Moisés, mas por Jesus e pelo seu sacrifício aquele que n"Ele crer e cumprir
Seus mandamentos, passados por Deus, terá uma "morte física" mas uma "Vida Eterna". Para isso temos 3 passos a cumprir segundo a Bíblia, que são:
Pedirmos perdão dos nossos pecados e sermos Batizados (Romanos 6.3 e 4)
Sermos servos de Deus (Romanos 6.22)
E, por fim, a "morte Física" (Romanos 6.23)
Para tudo isso acontecer, devemos confiar em Deus (Salmos 33.18 ao 22).
Não importa de que forma ou jeito morremos, se por doença ou acidente, temos que ter esses conceitos e confiar em Deus",
até que aconteça o que está escrito em Apocalipse 22.1 ao 5:
"... Nunca mais haverá qualquer maldição, ... Os seus servos o servirão,... já não haverá noite... nem da luz do sol precisarão ...porque o Senhor Deus brilhará
sobre
eles, e reinarão sobre os séculos dos séculos".
Cristiano Santos
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02 dezembro 2009

Mel e Gafanhotos

"Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. Conforme está
escrito na profecia de Isaías: Eis aí envio diante de tua face o meu
mensageiro, o qual preparará o teu caminho; voz do que clama no deserto:
Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas; apareceu João
Batista no deserto, pregando batismo de arrependimento para remissão de
pecados. Saíam a ter com ele toda a província da Judéia e todos os
habitantes de Jerusalém; e, confessando os seus pecados, eram batizados
por ele no rio Jordão. As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo;
ele trazia um cinto de couro e se alimentava de mel silvestre e gafanhotos (Marcos 1:1-6).
É tão bom sermos estimados. Esse é o perfil do homem citado nesses
versículos. Ele foi de um valor tão grande para o SENHOR! Foi lhe
confiado viver com a finalidade de preparar o caminho e endireitar as
veredas para a chegada do próprio Filho de Deus. Que privilégio para
ele, não é mesmo? Também podemos perceber seu valor, quando descobrimos
que as citações bíblicas sobre ele foram feitas 700 anos antes de seu
nascimento, por um dos grandes profetas do Antigo Testamento (Isaías 40:3).
Também é dito que "Saíam a ter com ele toda a província da
Judéia" (1:5). Esse é o perfil de João Batista (1:4).
Tão importante por um lado, tão simples por outro. É de um deserto que
ele surge! Tantos lugares de renome e status... porém, foi desse lugar,
tão escasso, que ele veio. Que ligação um deserto teria com a força e
personalidade desse homem? Geralmente, costuma ser nesse tipo de
ambiente que mais nos conscientizamos do quanto somos dependentes de Deus.
E o que falar das roupas e do tipo de alimentação? Vestes de pêlos de
camelo e alimentos de mel e gafanhotos, com certeza, nada tem a ver com
o conceito que homens formulam hoje sobre um caráter genuíno. Deus
continua vendo as coisas de uma maneira diferente da nossa, "... porque
o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor,
o coração" (1 Samuel 16:7).
Gerson de Oliveira Ferreira
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ÍNDICE - MARCADORES

 

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