03 agosto 2009

Cazuza

Uma psicóloga que assistiu ao filme Cazuza escreveu o seguinte texto:
 
"Assistindo ao filme Cazuza há alguns dias me deparei com uma coisa estarrecedora.  As pessoas estão cultivando ídolos errados.
Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza? Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo
e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as
suas vontades e loucuras. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande gravadora. Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem
algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso. Concordo com o juiz Siro Darlan quando
ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme. Precisei conversar muito para que ela não
começasse a pensar que usar drogas, participar de orgias, beber até cair e outras coisas fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope,
não
rende bilheteria?
Precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido.
Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor.
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar. Não se preocupem em ser amigos de seus filhos.
Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre."
Karla Christine
Psicóloga Clínica
 
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28 julho 2009

Auto-ajjuda X Ajuda do alto

O movimento da auto-ajuda proclama que você tem em seu interior todos os
recursos de que precisa para obter sucesso, na concretização de seus
objetivos, felicidade e qualquer outra coisa necessária para desfrutar
uma vida completa.
Apesar de sua ênfase no desenvolvimento da personalidade e dos poderes
mentais, o objetivo da auto-ajuda é a solução de problemas, o progresso
social e o bem-estar pessoal em termos pragmáticos, como mandar os
filhos para a universidade que eles escolherem ou levar a família em
férias para lugares fascinantes, a fim de que se encontre a paz de
espírito que acompanha a realização.
A literatura da auto-ajuda trata de manuais e textos práticos, com
narrativas em primeira pessoa nas quais o, sujeito relata a descoberta
de suas forças mais íntimas e a maneira como as empregou para alcançar
seu sucesso. Nomes como Dale Carnegie, Norman Vincent Peale, Leo
Buscaglia, Napoleon Hill, Zig Ziglar, Deepak Chopra, Lair Ribeiro, Lauro
Trevisan, Roberto Shinyashiki, Og Mandino em "A Universidade do Sucesso"
, "O maior vendedor do mundo" e o ex-colega de espiritismo de Francisco
Xavier, Dr. Waldo Vieira com seus "Panorama de experiências fora do
corpo" e "700 experimentos da conscienciologia" , estes últimos,
voltados ao desenvolvimento de poderes "parapsíquicos", são presença
garantida nas prateleiras de todas as livrarias, responsáveis pelo maior
fenômeno editorial da segunda metade do século XX.
Evidentemente, existe um benefício neste constante chamamento à
responsabilidade pessoal para construir o futuro: a afirmação das
potencialidades do ser humano, enquanto criado à imagem e semelhança de
Deus, é o estímulo em busca de mais. Mas, sem dúvida, esta ênfase
humanista egocêntrica é um câncer que corrói não apenas a sociedade,
como também conspira contra os valores e o conteúdo próprio do evangelho.
Diante deste fenômeno que está na boca do povo, nas cabeceiras de
milhares de pessoas e nas histórias de sucesso reproduzidas em larga
escala, como cristãos devemos aproveitar a extraordinária oportunidade
de afirmar a proposta cristã. É hora de declarar que a grande
necessidade do ser humano não é aperfeiçoamento, mas transformação e,
quiçá, substituição. O Evangelho não propõe técnicas de controle mental,
mecanismos de auto-sugestão, programação neurolingüística ou artifícios
de influência pessoal. O Evangelho não proclama um homem desenvolvido
mas um homem novo, uma nova criatura em Cristo Jesus.
Devemos afirmar que o ser humano jamais conseguirá transformar-se na
medida completa do propósito de Deus.
Evidentemente, o êxito pessoal implica disciplina, esforço, força de
vontade, domínio de técnicas e auto-desenvolvimento. Paulo, apóstolo,
estimula os cristãos à responsabilidade pessoal quando os compara ao
atleta, ao soldado e ao agricultor. Mas o fato é que existe uma dimensão
da vida somente acessível para aqueles que, além das possibilidades da
auto-ajuda, descansam na promessa e na realidade da ajuda do alto, pois
"as coisas que o olho não viu, o ouvido não ouviu, nem jamais penetrou
no coração humano são as que Deus tem preparado para aqueles que o amam"
.
Vemos nos livros de I e II Reis, exemplos bem claros de quando o homem
foi severamente castigado por recorrer às soluções humanas quando devia
ter buscado a Deus. Um caso típico é o de Elias enfrentando os soldados
de Acazias, por haver Deus, por intermédio dele impedido a ida dos
servos do rei Acazias a consultar Baal-Zebub (ou Belzebu, de acordo com
a tradução bíblica) e dizendo-lhe que morreria por conseqüência de sua
enfermidade.
Deve ficar claro que o caminho cristão para o sucesso não é a afirmação
da força e do poder do homem, mas sim de sua fraqueza e rendição ao
poder de Deus. O Evangelho propõe que se troque a auto-ajuda pela ajuda
do alto.
Aquele que assim faz, sabe que o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza
humana. Não uma fraqueza moral, como quem foge dos desafios que o
direito de viver impõe, mas o reconhecimento das limitações inerentes a
tudo quanto não é divino. Aquele que se rende à força de Deus pode
afirmar: "Quando sou fraco é que sou forte" , e juntar-se aos heróis
fracos que, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça,
fecharam a boca de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao
fio da espada, fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos
de estrangeiros, foram torturados e não aceitaram resgate, passaram'
pela prova de escárnio e açoites, de algemas e prisões, foram
apedrejados, serrados ao meio, andaram peregrinos, maltratados,
necessitados e afligidos, e, ao final, receberam de Deus o epitáfio:
"Homens dos quais o mundo não era digno."

Pr.René Kivitz

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26 julho 2009

Doação de órgãos

É errado doar órgãos?

[] A doação de órgãos é um procedimento médico moderno que não é
especificamente mencionado na Bíblia. Algumas pessoas se opõem a ele
simplesmente porque é "novo" e "diferente", mas esta não é a base
correta para julgar a questão. Deus deu ao homem a capacidade de pensar
e inventar (veja Gênesis 4:20-22), e nunca condenou o progresso
tecnológico em si.
O homem pode usar sua capacidade imaginativa para o mal. Quando o faz, é
condenado por Deus (Gênesis 6:5). Mas ele também pode usar esta
capacidade para o bem, como pode ser claramente visto em muitos modos de
transporte que podem ser usados para espalhar o evangelho, sejam barcos
ou carros da era do Novo Testamento, quer bicicletas, automóveis e
aviões de nosso tempo.
Desde que a Bíblia não fala especificamente da doação de órgãos,
precisamos aplicar os princípios que o Senhor ensina para julgar este
método moderno de salvar vidas. Doar para o benefício de outros é sempre
bom (Atos 20:35). Arriscar ou mesmo sacrificar a própria vida para
salvar outra é visto como o mais elevado ato de amor (João 15:13)
A doação de órgãos é um ato de dar que raramente envolve risco para o
doador, mas que pode servir para beneficiar grandemente o receptor. Em
raros casos, uma pessoa viva pode ser chamada a doar um, de um par de
órgãos, ou tecido parcial de um órgão sadio para salvar a vida de um
parente próximo. Se a doação do próprio braço direito ou o rim direito
salvar a vida de seu filho, qual o pai amoroso que se recusaria? A forma
da doação que é mais comum é usar o órgão de uma pessoa falecida para
salvar ou melhorar a vida de uma pessoa viva. Um acidente de carro pode
tirar a vida de um homem saudável cujo coração, fígado e outros órgãos
podem ser usados para salvar vidas de outros. A decisão, enquanto vivo e
saudável, de permitir tal doação é um ato de bondade e amor que
beneficia um receptor desconhecido. O órgão que já não serve mais para a
pessoa morta pode permitir a uma jovem mãe cuidar de seus próprios
filhos, ou a uma criancinha chegar à idade adulta. Se, no fim de minha
vida, meu coração puder bater em outro peito ou meus olhos puderem
permitir a outro ver, que essa abençoada pessoa agradeça a Deus que deu
ao homem a inteligência para desenvolver novos meios de salvar vidas.
Dar é abençoado.
-por Dennis Allan

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23 julho 2009

O anticristo

Quem é o Anticristo?

Guerras e rumores de guerras! Conflitos entre nações no Oriente Médio.
Ataques terroristas em Israel. As manchetes do dia sugerem, para muitas
pessoas, que estejamos na contagem regressiva aos eventos finais do
plano de Deus para este mundo. Qualquer dia, pensam alguns, deve
aparecer o terrível Anticristo.
Segundo a bem divulgada doutrina de premilenarismo, o Anticristo reunirá
as forças do mal para enfrentar o exército de Cristo numa batalha
decisiva. Há diversos aspectos dessa doutrina que contradizem os
ensinamentos bíblicos, mas neste artigo vamos considerar um ponto só: o
Anticristo.
A palavra "anticristo" é bíblica, mas a doutrina citada acima não é. Ao
invés de inventar e espalhar teorias humanas sobre o Anticristo, devemos
nos contentar com a palavra de Deus. Vamos ler agora todas as passagens
bíblicas que usam a palavra "anticristo":
"Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo,
também, agora muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é
a última hora" (1 João 2:18).
"Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é
o anticristo, o que nega o Pai e o Filho" (1 João 2:22).
"Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que
Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a
Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do
anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente,
já está no mundo" (1 João 4:2-3).
"Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo a fora, os quais não
confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o
anticristo" (2 João 7).
Nestes trechos - os únicos na Bíblia que usam a palavra "anticristo" -
podemos observar alguns fatos importantes:
A Bíblia não fala de uma só pessoa conhecida como o Anticristo, mas de
muitos anticristos.
 A última hora, no contexto dos anticristos, não se refere ao fim do
mundo, porque João disse que a última hora já havia chegado no primeiro
século.
Ž Estes textos não falam de um Anticristo futuro, mas de muitos que já
saíram do meio dos cristãos do primeiro século.
 Um anticristo é uma pessoa que nega Cristo, ou que nega que este veio
na carne.
O perigo das doutrinas humanas sobre o Anticristo é que desviam a
atenção dos fiéis das verdadeiras ameaças em forma de tentações e
doutrinas contra Cristo, porque as pessoas examinam os jornais
procurando sinais da vinda de uma figura terrível. Ao invés de esperar a
vinda de um grande inimigo de algum outro país, devemos nos defender
contra os inimigos de Cristo que já estão no mundo desde a época da
Bíblia.
-por Dennis Allan

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